quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Conto: Cunhadas parte 2!:)...enviado



Cunhadas (parte 2)

  Nos dias que se passaram, Rafaela sentiu uma humilhação um tanto particular, em relação a sua cunhada, Débora. (Leia o outro conto ‘Cunhadas’) Para a alegria dela, ninguém a viu nua no quintal de casa, por tanto o acontecido na casa de seu irmão ficará guardado na memória das duas, mas por quanto tempo?
  Certo dia, em um domingo, George e Débora foram almoçar na casa dos pais dele, ou seja, na casa de Rafaela. A morena sempre que o seu olhar encontrava o de Rafaela, ela mandava um sorriso malicioso, e o ódio da loira só aumentava.
  Teve um momento no banquete, em que Débora pediu uma “colherada” de arroz para que Rafaela à servisse, a loira só faltou cuspir fogo, ficou vermelha igual à um pimentão.
  Após o banquete, Rafaela, Débora e a mãe da loira foram organizar a louça, a cozinha não era muito grande, e as cunhadas ficavam trocando bundadas, não sem querer, completamente intencionalmente.
  Quando a mãe de Rafaela saiu da cozinha, as duas se viraram, ficaram frente a frente se encarando, ambas tinham um belo decote, e um belo par de seios para preenche-los, chegaram a tocar os peitos, mas não falaram nada, apenas se encararam. Logo a mãe da loira chegou a cozinha e o clima se encerrou.
  No dia seguinte, ambas teriam aula de Yoga semanal, em uma academia ali no bairro. Rafaela resolveu ir mais cedo que o normal, pois estava irritada em casa, ela usava uma regata preta com um decote que mostrava metade do seu belo par de seios, e uma legging rosa, ela calçava uma sandália, pois a academia era toda almofadada e não era permitido entrar de tênis.
  Chegando lá, ela notou apenas um par de sandálias na porta da sua sala e pensou: -Alguém chegou mais cedo que eu? Já vim cedo.
  Quando ela entra na sala, se depara com Débora se alongando, ela usava uma legging preta e uma regata também preta, no mesmo estilo da de Rafaela. A loira cerrou o punho e ficou ainda mais com raiva, estavam apenas as duas ali, pelo menos uns 10 minutos adiantadas, era a única sala da academia ocupada no dia, a recepção era longe, então a morena notou a presença de sua cunhada na sala:
 -Olá cunhadinha, chegou cedo.
 -Cala boca sua vaca. Respondeu Rafaela com raiva.
 -Nossa, para que ser tão grossa? Não tais afim de apanhar de novo, está?
  Rafaela não respondeu, e foi caminhando em direção à Débora. A morena se pois preparada para a briga e disse:
 -Então tá queridinha.
  Rafaela então avançou rapidamente em direção a cunhada, pulou na altura da cintura dela, abraçando-a e fazendo as duas caírem no chão almofadado.
  Débora não perdeu tempo e abraçou a loira com suas pernas, que dava vários socos na altura da costela da morena. Débora deu uma chave de braço no pescoço de Rafaela, e apertou, fazendo a loira parar de dar socos e focar em querer se livrar da sua chave de braço, e a morena aproveita para debochar:
 -Você não pode comigo, sua putinha, você é fraca.
  Com muito esforço, Rafaela com segue se soltar da chave de braço, e se livra das pernas da cunhada, e pula sobre ela, pondo sua coxa entre as pernas de Débora, e visse versa. Entre laçaram suas mãos, em um tipo de medição de força, e rolaram pela sala, se esfregando, e amaçando seus belos peitos uma na outra.
  A loira consegue segurar os punhos de Débora contra o chão, e leva o seu quadril até a altura do umbigo da morena, esfregando a sua xana na barriga da cunhada.
  Débora se contorce um pouco em baixo da loira, e com segue soltar uma das mãos. Não perde tempo e dá um soco na altura da costela de Rafaela, o que deixa a loira desequilibrada, e a morena aproveita para tirar ela de cima de si.
  A morena se põem de pé rapidamente, ao lado da adversária deitada no chão, e dá três chutes na altura da costela de Rafaela. A loira fica se contorcendo no chão de dor, Débora aproveita e põem o pé em cima da xana de Rafaela, ela começa a aperta-lo com força, e esfregar:
 - E agora sua vadiazinha? Vai querer me encarar novamente?
  No momento em que a morena acaba a frase, Rafaela dá um pequeno giro de quadril, fazendo o pé de Débora tocar o chão, e rapidamente ela abraça a perna da morena com suas pernas, deixando os seus pés entrelaçados na altura da virilha da sua adversária.
  A morena com segue dar um chute nas costas de Rafaela, mas a loira gira, torcendo a perna de Débora, arranca um grito de dor dela, e fazendo-a cair de joelhos.
  Rafaela solta a perna, dá um tipo de ‘coice’, na bunda da morena, e rola para longe da adversária, fazendo Débora cair de rosto no chão almofadado da sala de yoga, e ficar com a sua bela bunda empinada.
  A loira se pois de pé, e ficou olhando sua cunhada se recuperar do tombo:
 - É só isso que você sabe? Caçoou Rafaela.
  Débora se levanta e fica em silêncio. Ali estavam as duas cunhadas, super sensuais, de legging e descalças, prontas para o combate.
  Ambas se aproximaram cautelosamente, em posição, Débora deu o primeiro soco, mas a loira desviou, então respondeu com mais dois, que foram desviados pela morena. Débora deu um giro no corpo para tentar acertar um soco com mais força em Rafaela, mas ela se abaixou e respondeu com um soco no estômago, a morena acabou sentindo muito esse soco, mas quando a loira tentou completar com mais um soco no queixo de Débora, a morena consegue agarrar o seu pulso. Ela torce o braço de Rafaela, fazendo ela soltar um gemido de dor, põem o braço dela nas costas, e dá um chute na bunda da loira, que com a força do chute, acaba batendo de cara na parede, que também era almofadada até meia parede.
  Rafaela se vira, sentindo muito o rosto, e os peitos, e a morena já põem o seu antebraço no pescoço dela, sufocando-a, em seguida dá uma joelhada na sua xana. A loira luta com todas as forças para sair daquele sufocamento, foi quando ambas ouvem uma voz familiar:
 - O que está acontecendo aqui?
  Era Michelly, outra aluna de yoga, e conhecida das duas. Ela era uma bela mulher também, ruiva, com um cabelo bem avermelhado, usava uma regata vermelha, mostrando metade dos seios, que por sinal eram belos seios, uma legging preta, e também estava descalça.
  Nesse momento, Débora soltou a loira, que nem pensou, e voou na cintura da morena, fazendo as duas rolarem novamente no chão almofadado. Entre tapas, chutes, peitadas, palavrões, elas iam rolando pela sala, até que Michelly agarrou Rafaela pela cintura e conseguiu separar as duas. A loira ainda chingava e dava ponta pés, enquanto Débora se levantava.
  Michelly acalmou as duas, então chegou a instrutora e as outras alunas. As três fingiam que nada havia acontecido, mas durante a aula, Débora dava o mesmo sorriso que ela fazia no jantar na casa da loira, isso deixou Rafaela muito mais brava.
  Quando a aula acabou, a ruiva, Michelly, sugeriu à Rafaela que ela tomasse um bom banho de sauna antes de ir para casa, pois ela aparentava estar muito estressada. A loira concordou e acabou indo.
  Aquela academia era completa, tinha até sauna, era realmente grande, e nas segundas feiras sempre está fazia. Rafaela foi até o vestuário das saunas, pegou uma toalha e tirou o seu traje de yoga, que estava coladinho ao seu corpo, ficando nua. Seus peitos eram fartos, não aqueles redondinhos de silicone, mas daqueles que são meio caidinhos e com o biquinho para cima. Ela passou as mãos na sua cintura, e foi subindo, até chegar nas costelas, ela sentiu uma dor e viu que estava roxo. Imaginou que foi ali que Débora chutou várias vezes. Em seguida, começou a passar a mão em sua linda barriga, e descendo para a sua xana, onde ela também sentiu muita dor, então diz para si mesma:
 -É melhor eu ir logo, antes que a academia feche.
  Se enrolou na toalha, e foi indo até a sauna, caminhando só de toalhinha na academia. Chegando lá, estava exatamente como ela imaginou, vazio, quase sem sinal de vida, exceto por uma cabine, que tinha apenas uma sandália na frente da porta, era justamente a sauna em que Rafaela pretendia ir, a maior.
  No momento em que Rafaela viu a sandália, lembrou que já tinha visto aquela sandália hoje, e o ódio subiu mais quente a cabeça. Era de Débora, então ela estava ali sozinha com a sua cunhada novamente, só que agora não teriam apenas 10 minutos para ‘resolver as coisas’. Então Rafaela nem pensou, e foi naquela cabine.
  Quando ela abriu a porta, não conseguiu ver muita coisa, já tinha muito vapor, mas com certeza a cabine era grande, ela só conseguiu ver uma figura sentada no final dela, e imaginou que era Débora.
  Rafaela trancou a porta da sauna, que era de um vidro meio fosco, jogou a chave em cima de um dos bancos dali, e foi em direção a sua cunhada.
  Era realmente Débora, ali, sentada completamente nua, suas belas coxas cruzadas, e com seus seios empinados, daqueles que você vê, dá vontade de apertar.
  Quando Débora viu que era Rafaela se aproximando deu uma risada sarcástica, e a loira vinha também, completamente nua, com raiva, e pronta para a briga.
  A morena se levantou e as duas pararam frente a frente, nuas, e com o vapor da sauna flutuando entre as duas, fazendo seus belos corpos suarem,
  Débora dá um tapa na cara da loira e fala:
 - Sua vagabunda.
  Rafaela se enche de ódio e devolve com dois socos na altura do rosto, que a morena desvia facilmente, que encaixa com um soco na barriga da loira. Débora dá um pulo para o lado e dá uma chave de braço na loira, agarrando um dos braços junto com o pescoço, e aperta seus braços contra dos seios da cunhada.
  A loira dá uma gemida de dor, mas se mantém firme, e se joga de costas contra a parede, prendendo Débora na parede, e em seguida dá uma cabeçada no rosto da morena, fazendo à larga-la.
  Rafaela aproveita que a morena sentiu aquela cabeçada e estava vulnerável encostada na parede, deu um tapa na cara dela, agarrou com as duas mãos nos cabelos de Débora, e à jogou no centro da sala de sauna.
  Débora caiu estendida no chão, mas se levanta rapidamente. E novamente estavam as duas se encarando, nuas e prontas para o combate.
  Rafaela dá um chute na altura da cintura da morena, que segura sua perna, mas a loira em um movimento incrível, dá um pulo e acerta um chute com a outra perna bem na xana da cunhada, fazendo Débora solta-la. O chute de Rafaela foi tão forte que a morena foi deslizando até a parede, levando em conta que ela estava toda suada.
  Rafaela se levanta rapidamente, enquanto a morena se contorcia no chão com a mão na sua xana, sentindo muita dor. A loira vai em direção à Débora e acerta mais um chute em cheio no estômago dela, que faz a morena gemer de dor e ficar sem reação nenhuma.
  Débora se vê sem ação enquanto leva vários chutes, mas ela acaba se virando de pernas para a adversária, e começa a dar chutes às cegas para se livrar de Rafaela.
  A loira se afasta depois de levar um chute na canela, e nesse meio tempo, Débora se levanta, sentindo muita dor.
  Nesse momento a sauna estava com muito vapor, elas quase não se enxergavam, mas Rafaela nota que a sua cunhada havia se levantado, e se lança na direção dela. Acerta com o ombro no estômago da morena, e a prende na parede.
  Débora não perde tempo e dá joelhadas em Rafaela, às vezes no estômago, às vezes na xana. A loira sente muita dor nesse momento, até por que algumas horas atrás ela já havia levado vários golpes ali. Rafaela consegue enrolar suas pernas nas de Débora, impedindo que ela dê mais chutes, e se pondo corpo a corpo com a morena, peito à peito, xana à xana. Ambas agarram às mãos uma da outra, ficam se encarando, e se esfregando uma na outra.
  Até que Rafaela consegue segurar o braço esquerdo da morena firme na parede, mas Débora solta a mão direita e agarra o cabelo da loira com tanta força e puxa para trás, que Rafaela acaba encerrando a soltando a cunhada, só consegue se agarrar no cabelo dela, fazendo ambas caírem no chão e rolarem pela sauna, trocando tapas, socos, ponta-pés.
  Em um momento, Débora fica por cima, e consegue ficar sentado sobre os pelos peitos de Rafaela, ela põem as pernas sobre os braços da loira, agarra com as duas mãos nos cabelos da cunhada, e começa a esfregar o rosto de Rafaela na sua linda xana nua.
  -E agora cunhadinha, quem é mais mulher, chupa essa xana agora! Debochava Débora.
  Enquanto ela debochava de Rafaela, ela ia rebolando, e esfregando ainda mais a sua xana na cara dela.
  A loira se debatia em baixo da morena, e ficava cada vez mais sem ar. Débora aproveita e enfia dois dedos na xana de Rafaela e um no ânus, fazendo um movimento de entra e sai.
  Rafaela gemia muito, enquanto a morena gargalhava sobre ela. A loira começou a tentar agarrar o braço de Débora com as pernas, como a morena não queria parar com o seu “joguinho” dos dedos, Rafaela consegue abraçar o braço da morena com as pernas, e puxa ela para trás, tirando-a de cima de si.
  Débora se vê com o braço preso entre as pernas de sua cunhada, mas Rafaela não conseguia fazer muita força na posição que estava, e também estava sem ar, então Débora consegue se soltar facilmente, e se põem de pé, enquanto a loira fica de quatro tomando ar.
  A morena vê a posição da adversária e aproveita para pular em cima dela novamente, se agarra com um braço no pescoço dela, montando sobre a bela loira nua, põem as pernas por cima das coxas de Rafaela, e enfia a outra mão na xana dela.
  Rafaela estava fraca e indefesa, não sabia o que fazer, sua cunhada estava fazendo uma siririca muito exitante, estava lhe fazendo sentir um tesão enorme.
  -E ai cunhadinha? Tá gostando? Eu sou ótima com as mãos não sou? Caçoava Débora.
  A loira não falava nada, além de gemer. Quando ela estava quase gozando, Débora gira e estica as pernas de Rafaela, fazendo a loira fazer um chafariz de gozo.
  Débora empurra Rafaela para o lado com um chute na bunda. A loira estava chorando no chão, completamente envergonhada, novamente, pela sua cunhada tão odiada.
 - Você não pode comigo, sua vadiazinha. Falava a morena se levantando.
  Rafaela ficou sentindo muita dor no chão, sentia tesão, ódio, tudo de uma vez só, e via a sua cunhada rebolando em direção a porta, ela fechou o punho e mordeu o lábio.
  A loira se levantou e partiu em direção a Débora, a morena só deu tempo para se virar e receber um chute bem na altura do estômago, ela foi arremessada em direção a porta de vidro, que quebra e ela cai completamente nua no chão em meio à centenas de cacos de vidros.
  Rafaela avança em direção à sua cunhada estendida no chão, senta sobre os seus seios, e dá vários tapas e socos no rosto da morena, em seguida agarra com as duas mãos nos cabelos dela e esfrega a sua cara na sua xana, que ainda tinha um pouco de gozo.
  A morena se debatia embaixo da sua cunhada, mas quanto mais se mexia, mais se machucava pois estava sobre vários cacos de vidro.
  Rafaela se levanta, ergue a sua cunhada pelos cabelos e a arrasta até o vestiário, Débora estava toda cortada nas costas pelos cacos, não conseguia reagir contra a loira.
  A loira pegou algumas toalhas e amarrou os braços e as pernas da morena à um pilar, completamente nua. Débora estava sentada com os braços para trás amarrados ao pilar, e Rafaela se abaixa sentando nos seus calcanhares, dá alguns tapas na cara da cunhada, que fica sem reação nenhuma, pois não conseguia se mexer.
  Rafaela olha para a cunhada sentada junto aquele pilar, e cospe nela.
 - Quem é mais mulher agora? Sua vadia.
  A loira se seca, põem uma legging azul e uma regata branca, e vai para a casa, deixando a cunhada amarrada no vestiário da academia. Rafaela sai da academia bem mais tranquila do que quando chegou, pois sabia que havia acertado às constas com Débora, sua cunhada.
  Mas e Débora? Será que deixaria as coisas por isso mesmo? Afinal, ela ficou amarrada completamente nua e sozinha na academia. Como a academia era grande, ninguém notou que ela havia ficado lá, e Rafaela não fez questão de avisar a recepcionista de que sua cunhada ainda estava lá.

3 comentários :

  1. Conheçam o mais novo blog de luta erótica feminina http://lutaeroticbr.blogspot.com.br/

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  2. vlw amigo mande email também curto luta erótica feminina.....

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  3. A Débora não pode deixar por isso mesmo! É preciso que elas lutem de novo. Tenho uma sugestão: na próxima, deveria ter uma agarrando os peitos da outra com as unhas e batendo na bunda até ficar vermelha! Dessa vez a Débora tem que dar uma verdadeira lição e fazer a cunhadinha rastejar aos seus pés e pedir perdão!

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