Chat do Blog

domingo, 3 de agosto de 2025

Encontro Brutal - Luna x Maria Luiza !:)......enviado

Encontro Brutal - Luna x Maria Luiza 

O ferro corrugado e enferrujado do armazém abandonado gemia sob o peso do vento noturno. Lá dentro, sombras dançavam como espectros, iluminadas apenas pelos raios de luar que atravessavam as frestas das janelas fechadas com tábuas. O ar estava carregado com o cheiro de decomposição, um odor metálico com nuances de mofo e sonhos esquecidos.
Maria Luiza mudou de posição, o chão de concreto frio sob seus pés descalços. Seu peito subia e descia com a respiração controlada. Mechas loiras brilhavam em seus cabelos escuros e cacheados enquanto ela virava a cabeça, fixando o olhar em Luna.
"Você veio", disse Maria Luiza, sua voz um zumbido baixo no espaço cavernoso.
Luna zombou, dando um passo à frente. Seu cabelo castanho-claro balançava com o movimento. "Você achou que eu não viria? Acha que eu deixaria você ter essa satisfação?"
"Satisfação?" Maria Luiza riu, um som curto e agudo. "Não há satisfação aqui, Luna. Só dor."
"Então vamos lá", Luna cuspiu, seus olhos brilhando com uma energia maníaca.
O primeiro golpe veio sem aviso. Luna investiu, seu punho acertando o queixo de Maria Luiza. Maria Luiza cambaleou para trás, momentaneamente atordoada, e então rugiu, a raiva transparecendo em seu rosto. Ela retaliou com um golpe violento, acertando Luna na bochecha.
"Vadia!" Luna gritou, sentindo gosto de sangue. Ela se lançou contra Maria Luiza, lutando para se firmar. Elas caíram no chão, um emaranhado de membros e fúria.
"Eu vou te despedaçar!" Maria Luiza rosnou, seus dedos cravando-se nos cabelos de Luna.
"Experimente!" Luna retrucou, resistindo e se contorcendo, tentando ganhar vantagem.
A luta se transformou em um frenesi primitivo. Elas rolaram pelo concreto, trocando socos, chutes e arranhões. Maria Luiza conseguiu montar em Luna, prendendo seus braços.


"E agora, hein?", provocou Maria Luiza, com o rosto a centímetros do de Luna.
Os olhos de Luna ardiam de ódio. Ela arqueou as costas, desequilibrando Maria Luiza, e mordeu com força o antebraço dela.
"Aaaaargh!", gritou Maria Luiza, soltando Luna. Ela agarrou o braço, com sangue escorrendo entre os dedos.
Luna se levantou com dificuldade, cuspindo no chão. "É só uma amostra."
Maria Luiza a encarou, dor e fúria em conflito nos olhos. Ela avançou, agarrando Luna pela cintura. Elas bateram em uma pilha de paletes de madeira, fazendo-as cair no chão.
"Vou te mostrar a dor", rosnou Maria Luiza, prendendo Luna embaixo dela mais uma vez. Desta vez, ela atacou os seios.
Luna ofegou quando os dentes de Maria Luiza se fecharam em seu mamilo, rasgando e sugando com uma intensidade selvagem. Ela gritou, um som áspero e gutural que ecoou pelo armazém.
Maria Luiza a soltou, com um sorriso triunfante no rosto. "Assim, você gosta?"
Luna se contorceu sob ela, suas mãos arranhando o rosto de Maria Luiza. Ela conseguiu arranhar a bochecha de Maria Luiza com as unhas, fazendo-a sangrar.
"Você vai pagar por isso!" Maria Luiza rosnou, com os olhos ardendo. Ela se moveu, montando nos quadris de Luna, e estendeu a mão, seus dedos encontrando o alvo.
Os olhos de Luna se arregalaram de horror enquanto os dedos de Maria Luiza apertavam e beliscavam, cravando-se em sua carne. Ela gritou novamente, um som agudo e penetrante.
"Implore!" Maria Luiza sibilou, com a voz transbordando veneno. "Implore para que eu pare!"
"Nunca!" Luna cuspiu, com o rosto contorcido de dor e desafio.
Maria Luiza apertou com mais força, saboreando o som dos gritos de Luna. Ela se abaixou e cuspiu no rosto de Luna.
"Eu te possuo agora", sussurrou Maria Luiza, com o hálito quente contra a pele de Luna.
Luna se debateu e se debateu, desesperada para escapar do tormento de Maria Luiza. Conseguiu desferir um golpe no rosto de Maria Luiza, atordoando-a momentaneamente.
Aproveitando a oportunidade, Luna as virou, invertendo suas posições. Agora ela estava por cima, montada nos quadris de Maria Luiza.
"Minha vez", disse Luna, com a voz trêmula de raiva.
Ela rasgou a blusa de Maria Luiza, rasgando o tecido até que ele pendesse em pedaços ao redor de seus seios. Maria Luiza ofegou, com os olhos arregalados de choque e medo.
Luna se abaixou, com os dentes à mostra. Ela mordeu o mamilo de Maria Luiza, com mais força do que Maria Luiza a mordera.
Maria Luiza gritou, arqueando o corpo do chão. Ela agarrou as costas de Luna, tentando se soltar, mas Luna a segurou firme, seus dentes cravando-se mais fundo.
Finalmente, Luna a soltou, cuspindo sangue no peito de Maria Luiza. "Como você está?"
Maria Luiza a encarou, com os olhos cheios de dor e ódio. Ela estendeu a mão, agarrou os cabelos de Luna e a puxou para baixo.
"Eu vou te matar!" Maria Luiza gritou, seus dedos cravando-se no couro cabeludo de Luna.
Ela bateu a cabeça de Luna contra o chão de concreto, repetidamente, até que a visão de Luna ficou turva e seus sentidos se perderam.
Com uma última onda de força, Maria Luiza rasgou a blusa de Luna, expondo seus seios. Ela montou nos quadris de Luna, seus olhos ardendo com uma luz selvagem.
"Hora de acertar as contas", disse Maria Luiza, sua voz um rosnado baixo.
Ela se abaixou, seus dedos encontrando o alvo mais uma vez. Luna gritou enquanto Maria Luiza apertava e beliscava, suas unhas cravando-se em sua carne.
"Por favor", Luna choramingou, sua voz quase inaudível. "Pare."
Maria Luiza riu, um som cruel e triunfante. "Tarde demais para isso."
Ela apertou com mais força, saboreando a dor de Luna. Inclinou-se, cuspindo no rosto de Luna novamente.
"Você não é nada", sibilou Maria Luiza. "Você é minha."
Luna fechou os olhos, lágrimas escorrendo pelo rosto. Nunca se sentira tão humilhada, tão quebrada.
Maria Luiza continuou seu ataque, seus dedos implacáveis em seu tormento. Ela queria quebrar Luna, esmagar seu espírito, fazê-la sofrer como ela havia sofrido.
Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, Maria Luiza a soltou. Ela se levantou, respirando pesadamente, o corpo coberto de sangue e suor.
"Levante-se", disse Maria Luiza, com a voz fria e dura. "A diversão ainda não acabou."
Luna estava deitada no chão, ofegante, o corpo tremendo. Ela não queria se levantar. Não queria mais lutar. Mas sabia que Maria Luiza não a deixaria descansar.
Reunindo as últimas forças, Luna se levantou. Ficou ali, cambaleando levemente, com o olhar fixo em Maria Luiza.
"E agora?", perguntou Luna, com a voz quase um sussurro.
Maria Luiza deu um sorriso irônico. "Agora terminamos com isso."
Ela se abaixou, rasgando o resto das roupas de Luna. Luna estava nua diante dela, com os seios machucados e inchados, o corpo coberto de cortes e hematomas.
Maria Luiza arrancou as próprias roupas, jogando-as de lado. Agora estavam frente a frente, duas mulheres nuas, com os corpos machucados e machucados, os olhos cheios de ódio.
Maria Luiza gesticulou em direção aos fundos do armazém. "Tem ferramentas lá atrás. Vamos ver o que conseguimos encontrar."
Elas caminharam em direção aos fundos do armazém, com os olhos vasculhando as sombras. Passaram por máquinas enferrujadas, móveis quebrados e pilhas de lixo descartado.
Finalmente, Maria Luiza avistou algo que lhe chamou a atenção. Uma caixa de ferramentas estava aberta sobre uma bancada, com o conteúdo derramado sobre a superfície.
"Jackpot", disse Maria Luiza, pegando um martelo.
Luna pegou outro martelo, apertando o cabo com mais força. Ela olhou para Maria Luiza, com os olhos cheios de uma mistura de medo e determinação.
"Vamos lá", disse Luna, com a voz ligeiramente trêmula.
Maria Luiza sorriu, com um brilho selvagem nos olhos. "Com prazer."
Maria Luiza atacou primeiro, mirando na cabeça de Luna. Luna se abaixou, o martelo assobiando perto de sua orelha. Ela revidou com um golpe, acertando Maria Luiza no ombro.
Maria Luiza gritou de dor, cambaleando para trás. Ela golpeou o martelo novamente, desta vez acertando as costelas de Luna.
Luna ofegou, segurando o flanco. Ela golpeou o martelo, atingindo Maria Luiza no rosto.
Maria Luiza gritou, com sangue jorrando do nariz. Ela largou o martelo, segurando o rosto.
Luna não hesitou. Ela ergueu o martelo bem acima da cabeça e o desferiu contra o crânio de Maria Luiza.
Maria Luiza caiu no chão, seu corpo se contraindo. Luna ficou em pé sobre ela, ofegante, seu corpo tremendo.
Ela havia vencido.
Mas a vitória parecia vazia. Ela olhou para o corpo sem vida de Maria Luiza, seu rosto contorcido em uma máscara de dor. Ela a havia matado.
Uma onda de náusea tomou conta de Luna. Ela largou o martelo, cambaleando para trás. Ela não queria mais estar ali. Ela queria ir para casa.
Mas ela sabia que não podia. Estava presa ali, naquele armazém abandonado, com o corpo da mulher que havia matado.
Ela olhou para o próprio corpo, coberto de sangue e hematomas. Ela era um monstro.
Ela caiu no chão, enterrando o rosto nas mãos. Começou a soluçar, o corpo tremendo de uma dor incontrolável.
Mas sua dor durou pouco. Uma dor aguda perfurou seu flanco. Ela ofegou, olhando para baixo.
Maria Luiza estava de pé sobre ela, com o rosto coberto de sangue, os olhos ardendo de ódio. Ela segurava o martelo bem acima da cabeça.
"Isso não acabou", disse Maria Luiza, com a voz um rosnado gutural.
Ela desferiu o martelo na cabeça de Luna.
Luna gritou, arqueando o corpo. Sentiu uma dor lancinante e, em seguida, escuridão.
Maria Luiza ficou de pé sobre o corpo sem vida de Luna, com o peito arfando. Ela havia se vingado.
Mas a vitória foi passageira. Sentiu uma dor aguda no peito. Olhou para baixo, vendo o martelo saindo de sua carne.
O ato final de Luna foi cravar o martelo no coração de Maria Luiza.
Maria Luiza cambaleou para trás, com os olhos arregalados em choque. Ela estendeu a mão para o martelo, tentando puxá-lo, mas seus dedos estavam fracos. 
Ela caiu no chão, com o corpo se contraindo. Ela olhou para o teto, com a visão embaçada.
Ela estava morrendo.
Um sorriso surgiu em seus lábios. Ela havia matado Luna, e Luna a havia matado. Ambas haviam alcançado seu objetivo.
Ambas haviam sofrido. 
Os olhos de Maria Luiza se fecharam e seu corpo ficou mole. Ela deitou no chão, ao lado de Luna, seus corpos entrelaçados na morte.
O armazém abandonado estava em silêncio novamente, o único som era o suave sussurro do vento. O luar entrava pelas frestas das janelas fechadas com tábuas, iluminando os corpos de duas mulheres que lutaram até a morte, seu ódio as consumindo até que nada restasse.
Eles buscaram humilhar, destruir, ver o outro sofrer. No final, só destruíram a si mesmos.
 

5 comentários :

  1. História muito boa! Vc tem outras assim?

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu escrevi esse conto e estou pensando em escrever mais contos nesse mesmo estilo.

      Excluir
    2. Legal! Gosto muito de contos nesse estilo de preferência com um empate no final , semelhante ao visto nesse

      Excluir
    3. Cara faz um conto opondo mulheres de países inimigos, por exemplo EUA x China

      Excluir
    4. Já estou ansioso para o próximo conto

      Excluir