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domingo, 14 de junho de 2026

Conto: **A Rivalidade das Duas Mães**!:)....enviado

 **A Rivalidade das Duas Mães**


Sarah observava os filhos brincando no quintal enquanto o sol da tarde pintava o bairro de tons dourados. Aos 28 anos, ela era a imagem da jovem mãe realizada: marido atencioso, dois meninos saudáveis e uma casa aconchegante. Até o dia em que encontrou as mensagens.

O nome da outra mulher aparecia repetidamente. Laura. Outra mãe do bairro, de cabelos castanhos ondulados e sorriso fácil nas reuniões da escola. A amante do seu marido. A traição doeu como ferro quente, mas Sarah não chorou. Não dessa vez. Em vez de confrontar o marido primeiro, ela escolheu um caminho mais perigoso e direto.

Enviou uma mensagem simples para o número que descobrira:  
“Venha à minha casa amanhã às 14h. As crianças estão na casa da avó. Precisamos conversar sobre o que é nosso.”

Laura apareceu. Vestia jeans justo e uma blusa leve, tentando parecer casual. Seus olhos se encontraram na porta da frente. Nenhuma das duas sorriu.

— Você tem coragem de vir aqui — disse Sarah, fechando a porta atrás dela.

— Você me chamou. Achei que queria gritar ou me mandar embora — respondeu Laura, erguendo o queixo.

— Eu não sou o tipo que chora no canto. Quero olhar nos seus olhos e decidir isso como mulheres.

A tensão explodiu rápido. Sarah deu o primeiro empurrão. Laura reagiu, agarrando o braço dela. Em segundos, as duas jovens mães estavam no chão da sala, rolando, puxando cabelos, rasgando tecido. Não era uma briga elegante. Era raiva pura, unhas arranhando braços, joelhos pressionando barrigas, respirações ofegantes. Grunhidos substituíam insultos.

Sarah era mais forte. Conseguiu prender Laura contra o sofá, mas a outra se contorceu e inverteu a posição. Caíram de novo, agora mais perto do corredor que levava ao quarto principal.

— Essa cama ainda é minha — rosnou Sarah, puxando Laura pelo pulso.

Arrastaram-se até o quarto. A luta continuou sobre o colchão que Sarah dividia com o marido traidor. Corpos colidindo, pernas entrelaçando, mãos tentando imobilizar. O ar estava pesado de suor, perfume misturado e algo mais primitivo.

A fúria aos poucos mudou de tom. Os movimentos se tornaram mais lentos, mais deliberados. Um puxão de cabelo virou carícia firme. Um joelho que pressionava virou pressão intencional. Olhares de ódio se transformaram em algo faminto. Nenhuma das duas queria parar.

Sarah montou sobre Laura, prendendo seus pulsos acima da cabeça.  
— Você acha que pode tomar o que é meu? — sussurrou, o rosto a centímetros do da outra.

Laura sorriu desafiadora, arqueando o corpo contra o dela.  
— Eu já tomei. Agora vamos ver quem merece de verdade.

O que se seguiu foi uma batalha íntima, feroz e sem regras. Duas mulheres bonitas e fortes medindo forças não apenas com raiva, mas com desejo de dominar. Toques que machucavam e excitavam ao mesmo tempo. Gemidos misturados a suspiros. Cada uma tentando provar que era a melhor — mais mulher, mais desejável, mais viva. A esposa e a amante lutavam pelo mesmo homem, mas, naquele momento, o homem nem existia. Existiam apenas elas duas, pele contra pele, determinação contra determinação.

Quando o cansaço finalmente venceu, as duas ficaram deitadas lado a lado, ofegantes, corpos marcados por arranhões e mordidas leves. O quarto cheirava a suor e perfume feminino.

Sarah virou o rosto para Laura.  
— Isso não termina aqui.

Laura sorriu fracamente, ainda recuperando o fôlego.  
— Não. Acho que agora começa de verdade.

Fora do quarto, o bairro pacífico seguia sua rotina. Dentro daquela casa, duas jovens mães haviam cruzado uma linha que nenhuma das duas esperava. E nenhuma das duas queria voltar atrás.

Fim? 

sábado, 27 de dezembro de 2025

Conto: A vaga da discórdia - Completo!:)

 A vaga da discórdia - Completo

O dia amanhecia nublado e quente naquele condomínio da Zona Leste de São Paulo.
Era mais um daqueles empreendimentos como tantos de classe média baixa: apartamentos de metragem pequena e vagas concorridas na garagem. Todas descobertas. Mais um entre tantos que ocupava os poucos terrenos baldios no Itaim Paulista.
Naiara estava se arrumando pra sair. Estava de férias e aproveitava o tempo livre para ir à academia, ao mercado e assistir à séries enquanto a filha estava na escola e o marido viajava a trabalho fazendo entregas num caminhão. Aparentemente uma rotina tranquila.
Apenas na aparência.
Naiara se incomodava muito com sua nova vizinha, Aline. Com 1,68m de altura, morena da cor de jambo, pernas grossas esculpidas na academia, 32 anos e 69kg, ela desfilava pelos corredores do condomínio com vestidos curtos e fumando sensualmente.
Naiara não suportava toda aquela sensualidade. Era uma mulher bonita: branca, 1,67m de altura, 63kg, corpo definido de uma cor branca bem clara e 33 anos . Mas, não tinha a imponência de Aline. Talvez a cor da pele da vizinha chamasse mais atenção ou jeito que caminhava. A verdade é que Aline enchia o ambiente e atraía olhares inclusive do marido de Naiara.
Naquela terça-feira, Naiara desceu para pegar o carro na vaga de garagem. E um carro estava nela. Era o Corsa vermelho de Aline.
Ela ficou indignada.
Pensou no que faria, mas sabia que tinha e deveria reclamar.
Ouviu passos e viu Aline vindo na direção da vaga.
Estava usando um vestido curto estampado, rabo de cavalo e óculos escuros redondos.
Naiara, com sua legging preta e top azul, se dirigiu a ela.
E perguntou porque havia parado o carro na vaga dela.
A morena olhou com desdém e disse que estava cansada quando chegou à noite e colocou na vaga mais próxima.
Naiara insistiu na cobrança e rapidamente a discussão escalou para a violência verbal.
Aline dizia que tudo aquilo era um exagero e Naiara, já carregando dentro de si o ciúme de outros momentos, começou a xingá--lá de puta e vadia.
A morena se surpreendeu com o rumo das palavras e frases. Percebeu algo pessoal e mais profundo, o que despertou um vulcão dentro dela.
Ela avançou na direção de Naiara com seu vestido revelando suas coxas grossas e colocou o dedo indicador na cara dela ordenando que retirasse aqueles xingamentos.
Naiara reagiu a empurrando.
Aline armava a perna para um chute quando, num rompante,surgiu uma vizinho numa rapidez desmesurada e ficou entre as duas.
Empurrou uma pra cada lado.
Elas se afastaram trocando ameaças e dizendo que ainda iriam se acertar.

Os dias se passaram e o condomínio seguia com sua vida normal.
Mas, a tensão seguia entre as duas.
Naiara pensava todos os dias em Aline. Lembrava da discussão, de como havia perdido o controle... 
Será que ela daria conta da morena numa briga?
Olhava no espelho e o corpo bonito parecia preparado para um confronto físico, mas numa briga com uma potência morena como Aline, seria páreo?
Naiara espiava Aline a partir da janela do seu apartamento.
Via a rival passando pelas áreas do prédio, desfilando como se não sentisse medo de nada enquanto Naiara... Não admitia, mas estava evitando sair do seu apartamento. Um pouco de medo, um pouco de vergonha de um conflito aparecer.
Apesar de jovem, era mãe de família
Como se envolver numa situação assim?
Um dia qualquer, Naiara estava espiando Aline pela janela.
A morena percebeu.
Acendeu um cigarro e tragou sensualmente olhando para cima.
Em tom provocativo.
Estava chegando o momento limite.

Naiara resolveu sair de cena numa sexta-feira à tarde. Tinha chegado da academia, que ia durante as madrugada para evitar Aline, mas aquele dia estava confiante. Agachou com uma carga nunca tentada no treino e sentia forte. Ninguém poderia pará-la!
Começou a andar pelo condomínio e foi na direção de uma área que era um tipo de bolsão de areia
Para crianças brincarem e adultos se exercitarem.
Daquela vez, o espaço seria um cenário de uma violência enorme entre duas mulheres adultas.
Naiara estava com as mãos na cintura pensando se faria cardio daquele espaço.
Vi uma sombra se avolumar atrás dela.
Os contornos revelavam uma rival que ela temia, mas ansiava o encontro por muito tempo.
Aline estava ali.
Quando se virou, Naiara virou Aline com um vestido curto como da outra vez: verde, rodado e de alças. A estava de chinelos
Já Naiara, com seu shorts preto e camiseta curta branca, exibia as pernas brancas e barriga com piercing.
Os olhares se cruzaram e uma faca poderia cortar a tensão entre elas.
Logo, aquele ar rarefeito de raiva e ansiedade foi cortado por palavrões e gestos bruscos.
Naiara sentia a respiração acelerar e o peito de seios médios arfarem. Era a hora que ela ansiava. Ou temia.
Aline avançou com um chute, na parte da frente da coxa de Naiara. Ela sentiu o impacto e encolheu a perna.
Avançou com um tapa certeiro no rosto da morena, que virou a cabeça.
Os corpos de ambas recuaram após o choque iniciaram.
Avançaram ao mesmo tempo de novo, trocando socos no estilo mata cobra. O som do impacto contra os rostos era alto e podia ser ouvido ao redor. Naiara tentou encurtar a distância quando sentiu que estava levando muitos golpes no rosto e se jogou sobre Aline agarrando os cabelos dela.
Sem espaço para socar, Aline ficou momentaneamente perdida e sentindo o couro cabeludo arder.
Naiara puxou forte os cabelos dela porque era ali que percebia ter mais chances, puxava com uma força primitiva de quem nâo aceitaria perder no próprio condomínio
Aline também agarrou os cabelos pretos dela e acertou uma joelhada na parte interna da coxa da adversária.
Naiara se inclinou pra frente a fim de esconder as coxas de receber mais joelhadas e ambas caíram na areia.
Os corpos rolavam no espaço e a areia se erguia 
O shorts preto de Naiara, na parte da bunda, estava coberto de areia.
Aline revelava o fio dental a cada vez que ficava por cima da rival.
Giraram muitas vezes os corpos enquanto suavam e gemiam.
Trocavam tapas no rosto e socos nas laterais dos seios.
Depois de intensos minutos, Naiara sentiu os músculos perdendo a força. Seus braços e tensos tentavam empurrar Aline que simplesmente montou com o corpo colado sobre o dela.
As duas precisam grudadas. Mas, Aline puxava o cabelo de Naiara com força enquanto o seu próprio vestido estava erguido acima das coxas.
Naiara virava os olhos pra cima já quase desmaiando e sem  ter noção do que estava acontecendo só que o corpo misturava sensações de dor e calor.
Até que tudo foi escurecendo e ela sentiu dois tapas fortes e violentos um de cada lado do rosto.
Viu enquanto os olhos estavam meio abertos que a Aline estava se levantando e limpando as areais das mãos.
E o som da sua própria respiração num mundo de dor e humilhação.

"O soco e a fúria"

sábado, 20 de dezembro de 2025

Conclusão - Conto o confronto das corretoras!:)....enviado

Conclusão - Conto o confronto das corretoras

Cláudia girou a chave e a porta se abriu.
O dia estava ensolarado e o apartamento claro com as janelas sem cortinas.
Ali seria o cenário da briga entre elas.
Marise empurrou Cláudia e passou na frente.
Despejou a bolsa no chão e tirou os brincos.
Cláudia olhava aquele movimento e sentia um frio enorme na barriga.
Fechou a porte e ali sabia que o destino estaria selado.

A adrenalina alta do confronto prévio do elevador, a ganância pelas comissões e a raiva foram explosivas.

O vestido azul de Cláudia mostrava suas curvas fartas e tensas avançando sobre Marise. Ela pulou na direção da morena e agarrou seus ombros.
Como reação, Marise acertou um tapa lateral no seio esquerdo de Cláudia, que balançou dentro do vestido.
O braços fortes de Marise acertaram dois tapas fortes na cara de Cláudia, que gritava a cada golpe.
Quando Cláudia se apoiou na pia após o impacto dos tapas, Marise a agarrou pela cintura e deu joelhadas na sua coxa direita.
Cláudia sentiu que perderia se continuasse assim e num impulso gutural acertou uma cotovelada violenta na costela de Marise, que gemeu alto e de um jeito selvagem.
Cláudia conseguiu se virar e ambas se agarraram pelos cabelos.
Rolaram em pé pela parede trocando socos e tapas no rosto, nos seios e no pescoço.
O som era alto no apartamento, mas ninguém ouvia no prédio vazio.
Cláudia, sentindo que estava perdendo as forças diante da morena mais forte e mais jovem, mordeu com ar felino o ombro esquerdo de Marise.
Ela sentiu os joelhos ameaçando dobrar, mas a juventude fez com que recobrasse rapidamente as forças.
Arregalou os olhos, afastou Cláudia com os braços e acertou um chute poderoso na coxa direita de Cláudia, na parte interna.
O vestido azul se levantou um pouco e mostrou parte da calcinha branca.
Marise avançou e derrubou a rival no chão. Rolaram de um lado pro outro, até que a morena montou sobre a mulher branca.
Ela agarrou os cabelos de Cláudia e gritou bem alto "puuuuta" com o rosto colado e os olhos colados ao dela. 
E deu três tapas de mão aberta estendida na vertical pegando no meio do rosto, golpeando nariz e boca ao mesmo tempo.
Cláudia murmurou um "cheeega" meio choroso, meio exaurido de coragem e forças.
Marise se levantou.
Recolocou os brincos, se arrumou e pegou a chave do apartamento.
Abriu a porta.
A briga das corretoras tinha agora uma vencedora.

"O soco e a fúria"
 

sábado, 13 de dezembro de 2025

Conto: O confronto das corretoras!:)....enviado

O confronto das corretoras


Cláudia era uma corretora experiente e bem sucedida. Vendia há anos imóveis de todos os perfis: baixo, médio e alto padrão.
Há tempos, tentava vender um apartamento em Itaquera, na região da Avenida Jacu Pêssego. Um potencial cliente estava enrolando para fechar negócio.
Cláudia, usando seus contatos, descobriu que outra corretora estava tentando vender o apartamento: Marise. Pesquisou sobre a concorrente e descobriu que era nova mercado e atuava há dois meses no ramo. Cláudia ficou irritada porque contava com o dinheiro dessa comissão para pagar sua viagem à Espanha, lugar que sempre visitava.
Descobriu o contato de Marise e enviou uma mensagem convidando para uma conversa na área de piscina do condomínio onde se localizava o apartamento.
Marise chegou de calça jeans azul e camiseta preta justa realçando sua beleza morena e cabelos cacheados. Tinha 1,69m de altura, 67kg e 29 anos. Cláudia - branca de ascendência italiana, de olhos verdes e cabelos pretos com mechas loiras - usava um vestido azul claro justo. Tinha 1,68m de altura, 67kg e 45. Cláudia analisava sua concorrente enquanto fumava um cigarro de filtro vermelho.
A conversa se iniciou na piscina e logo Marise percebeu que não se tratava de negócios e, sim, de intimidação.
Cláudia disse que ela deveria abandonar a negociação por não ter experiência e que perderia o negócio. Marise argumentou que havia chegado da Bahia e precisava do dinheiro para pagar o aluguel.
Logo, a discussão esquentou a xingamentos começaram a surgir.
De repente, Cláudia explodiu e propôs que elas subissem ao apartamento alvo da venda para resolver as diferenças. Marise fica boquiaberta, com a respiração acelerada, mas aceitou.
Ambas se levantam e caminham na direção do elevador...

A porta do elevador se abre com o aviso sonoro das portas.
Cláudia, com a segurança que apenas a experiência pode dar, entrou primeiro. Pensava em como aquilo poderia ser uma loucura: elas eram equivalente em altura e peso, mas Marise era bem mais nova.
Já Marise ainda estava com a adrenalina a mil e não conseguia raciocinar direito. Sentia seus músculos pulsarem e confiava que saberia reagir de alguma forma.
Repentinamente, um tapa explodiu no elevador. Um som alto ecoou pelo pequeno espaço.
Cláudia deu um tapa forte em Marise. A cabeça da morena foi violentamente pro lado.
Instintiva e violentamente, Marise acertou outro tapa bem forte na rival. Cláudia saiu sobre a parede do elevador logo acima dos botões.
O confrontou explodiu.
Tapas violentos no rosto e puxões de cabelos foram trocados naquele pequeno espaço. Com um grau enorme de violência.
Mas, durou pouco. A campainha do elevador tocou.
Cláudia e Marise correram para se ajeitar e disfarçar: arrumaram os cabelos, esticaram as roupas e tentaram preservar a elegância.
Cláudia sentia uma ardência no canto da boca. Viu que havia um machucado. Marise também se olhava e viu que o rosto estava apenas avermelhado pelos tapas.
Na breve briga do elevador, Cláudia havia levado a pior.
Um homem entrou e cumprimentou as duas. Não percebeu nada diferente. Ficou concentrado em seu celular.
Um silêncio enorme envolveu o elevador.
Todos desceram no mesmo andar.
O homem foi para um lado e elas para o outro.
Cláudia estava vivendo um furacão emocional. A sua confiança havia desmoronado na hora e após a briga. A cada tapa devolvido ou e recebido, sentia que Marise era mais forte. Os braços morenos dela tinham músculos rijos e pareciam cortar seu rosto a cada golpe.
Enquanto caminhavam pelo corredor, Cláudia sentia o medo nas veias. Iriam entrar naquele apartamento e não haveria ninguém para separá-las.
Ela poderia ser surrada.
Quando chegaram à porta, Cláudia ofegava.
Marise a encarava firme como uma rocha.
Cláudia não poderia dar pra trás.
Ela enfiou a chave na fechadura já intimidada e encurralada.
O vestido azul justo mostrava aquele corpo de seios fartos arfando de ansiedade. 

Continua???

"O soco e a fúria" 

 

domingo, 24 de agosto de 2025

Conto: A batalha das loucas – O acerto de contas entre Luiza e Camila!:)

A batalha das loucas – O acerto de contas entre Luiza e Camila

Luiza semicerrou os olhos, o leve rubor da aurora pintando o céu acima de Boipeba na Bahia. A areia, ainda fria da noite que recuava, amortecia seus pés descalços enquanto ela caminhava em direção à beira da água. Ela se deleitava com a solidão, o silêncio quebrado apenas pelo suave bater das ondas contra a praia. Seus cabelos loiros, geralmente meticulosamente penteados, caíam soltos pelas costas, refletindo a luz tênue. Luiza era uma mulher de pele bem branquinha, cabelos loiros e longos, baixinha e magra. A beldade tinha seios pequenos, mamilos durinhos (como se já estivessem prontos para disputar com qualquer outra fêmea), um bumbum levemente empinado por conta dos treinos na academia, rosto com traços finos e nariz afilado. Ela inalou profundamente, o ar salgado enchendo seus pulmões, um forte contraste com o perfume sufocante das casas noturnas que frequentara na noite anterior. "Aproveitando a paz e o sossego, Luiza?" A voz, impregnada de veneno melado, cortou a serenidade. Luiza se virou, estreitando os olhos ao ver Camila emergir das sombras de uma palmeira. O cabelo escuro de Camila, geralmente um chanel liso, estava despenteado, emoldurando um rosto que tinha um brilho predatório. Camila era uma mulher de pele queimada do sol, cabelo preto Chanel, também era baixinha e magra. Essa beldade também tinha seios pequenos (um pouco maiores que os seios de Luiza), mamilos durinhos (como se estivessem prontos para bater de frente com a outra fêmea), um bumbum levemente empinado (conquistado na academia) "Camila", disse Luiza, com a voz firme. "Que surpresa. Achei que você ainda estivesse se recuperando da apresentação de ontem à noite...." Camila se aproximou, balançando os quadris com uma provocação deliberada. "Se recuperando? Querida, eu só estava começando. Ao contrário de algumas pessoas, não preciso de sono reparador para manter meu charme." O sorriso de Luiza não alcançou seus olhos. "Sedução? É assim que você chama? Eu diria que desespero é uma descrição mais adequada. Você praticamente se jogou em todos os homens do bar." "E eles adoraram", Camila ronronou, parando a poucos metros de distância. "Eles apreciavam uma mulher que sabia o que queria. Ao contrário de você, parada num canto, piscando os cílios como um passarinho tímido." "Não preciso recorrer a truques baratos para chamar atenção", Luiza retrucou. "Eu tenho classe, algo que você não entenderia." Camila riu, um som agudo e quebradiço. "Classe? Você? A única coisa que você tem é um fundo fiduciário e uma queda por cirurgia plástica. Você é uma farsa, Luiza, uma boneca cuidadosamente construída." O insulto atingiu o alvo. A mão de Luiza se fechou em punho. "Pelo menos eu não sou uma alpinista social desesperada que dorme para chegar ao topo." O ar crepitava de tensão. Os olhos de Camila brilharam, a fachada brincalhona desapareceu. "Você quer ir para lá, Luiza? Vamos lá. Vamos falar sobre todos os homens que você roubou, todos os corações que você partiu, todas as mentiras que você contou." "E você, Camila? Quantas promessas você sussurrou, quantas costas você esfaqueou para chegar onde está?" Luiza cuspiu, elevando a voz. "Você não passa de uma víbora, deslizando pela vida, envenenando tudo que toca." As palavras pairavam no ar, pesadas e tóxicas. O rosto de Camila se contorceu de raiva. "Por que você não cala a boca, sua loira piranha?" Ela sibilou e cuspiu. A saliva caiu na bochecha de Luiza, uma violação repugnante. Luiza ofegou, seus olhos se arregalando de fúria. Sem pensar, ela se lançou para frente, Sua palma aberta se chocou contra o rosto de Camila. O som ecoou na quietude da manhã. Camila cambaleou para trás, segurando a bochecha. Uma marca vermelha floresceu em sua pele bronzeada. "Sua vadia!", ela gritou, e retaliou, cuspindo no rosto de Luiza. A luta começou. Luiza rugiu, um som primitivo de pura raiva. Ela agarrou um punhado do cabelo de Camila e puxou, desequilibrando-a. Camila gritou, suas mãos voando para se defender. Luiza não a soltou. Ela girou o punho, apertando-o com mais força, e bateu a cabeça de Camila contra seu joelho. Camila cedeu, mas não foi derrotada. Ela agarrou o cabelo de Luiza em troca, seus dedos cravando-se em seu couro cabeludo. Luiza gritou enquanto Camila puxava, arrancando fios de cabelo de sua cabeça. Elas lutaram, um emaranhado de membros e fúria, caindo na areia. Chutes e socos choveram, alimentados por anos de ressentimento latente. A luta foi brutal, feia e intensamente pessoal. Camila conseguiu rolar para cima, prendendo Luiza no chão. Ela montou nela, com os joelhos cravados na barriga de Luiza. "Vou aproveitar isso", rosnou, e rasgou o vestido de Luiza. O tecido rasgou, expondo a pele pálida de Luiza. Luiza se contraiu, tentando se soltar de Camila, mas estava presa. Camila rasgou novamente, e o vestido cedeu completamente, deixando Luiza nua na areia, revelando seus seios pequenos e seus mamilos sensíveis e pontudos prontos para o combate. "Gostou do que vê?", provocou Camila, com os olhos brilhando de malícia. Luiza se debateu, chutando e arranhando, conseguindo acertar um golpe no nariz de Camila. Camila recuou, momentaneamente atordoada, e Luiza aproveitou a oportunidade para rasgar o vestido de sua rival e arrancar as peças do seu biquíni, revelando os seios pequenos de Camila e seus mamilos sensíveis e pontudos como se estivessem preparados para o resto do confronto. Ela se contraiu novamente, desequilibrando Camila. Elas se levantaram com dificuldade, os corpos machucados e arranhados. A luta havia se tornado um frenesi, uma tentativa desesperada de infligir o máximo de dor possível. Luiza se lançou sobre Camila, com as unhas estendidas. Ela as raspou no rosto de Camila, deixando marcas vermelhas de raiva por onde passavam. Camila gritou, erguendo as mãos para se proteger. Camila retaliou, agarrando os seios de Luiza e apertando, os dedos beliscando os mamilos. Luiza gritou de dor, arqueando o corpo. Camila torceu os dedos, apertando-os contra a carne de Luiza. "Você gosta disso, não é?", sibilou Camila. "Você gosta de ser machucada." Luiza deu uma joelhada na barriga de Camila, fazendo-a se dobrar. Então, agarrou os seios de Camila, apertando e beliscando com igual ferocidade. Camila ofegou, o rosto se contorcendo de dor. Elas continuaram a lutar, os corpos encharcados de suor e sangue. Elas mordiam, arranhavam suas belas faces, mordidas ferozes nos narizes afilados das beldades, ficando cada vez mais deformados e a cada mordida elas davam gargalhadas assustadoras acompanhadas de gritos, como em uma tentativa de se sobrepor a adversária mesmo em suas reações faciais. Cada uma tentando causar mais dano que a outra. A areia estava manchada de sangue, um testemunho de sua batalha selvagem. A luta se aprofundava. Luiza se abaixou e agarrou a virilha de Camila, apertando e arranhando sua vagina. Camila gritou, seu corpo convulsionando. Ela retaliou, fazendo o mesmo com Luiza. A dor era excruciante, mas nenhuma das duas cedeu. Elas estavam travadas em uma batalha de vontades, uma luta até a morte. À medida que a luta avançava, suas energias começaram a minguar. Seus movimentos ficaram mais lentos, seus golpes menos contundentes. Mas seu ódio permaneceu inalterado. Luiza, movida pela adrenalina, conseguiu desferir um golpe final. Ela deu um soco no rosto de Camila, derrubando-a no chão. Camila ficou imóvel, com os olhos fechados, o peito subindo e descendo superficialmente. Luiza estava de pé sobre ela, ofegante, seu corpo tremendo. Ela estava exausta e machucada, mas havia vencido. Ou assim ela pensava. De repente, Camila se mexeu. Ela abriu os olhos, seu olhar cheio de uma raiva sombria e implacável. Ela investiu contra Luiza, desequilibrando-a. Elas caíram na areia, uma confusão de membros e fúria. Camila, movida por uma última onda de adrenalina, montou em Luiza e começou a desferir golpes em seu rosto. Luiza tentou se defender, mas estava muito fraca. Os socos de Camila atingiam-na com uma força brutal, cada um enviando uma pontada de dor por seu corpo.

 

Finalmente, Luiza desmaiou. Entretanto, devido os esforços Camila também desmaiou, As duas permaneceram desmaiadas e despidas por alguns minutos. Depois desse período, elas recobraram a consciência e ao cruzar seus olhares voltaram a se ofender.

Luiza disse:

“É o suficiente para você? Piranhaaaaaaaa”

Camila responde:

“Não. E para você? Vadiaaaaaaaaaaaaaaa”

A partir daí, elas passaram a trocar cusparadas, os líquidos desciam pelas suas faces agora deformadas, machucadas e ensanguentadas. Nenhuma queria demonstrar desânimo ou fraqueza, as duas se colocaram de joelhos uma diante da outra e passaram a atacar os peitos pequenos da adversária que já estavam bem machucados. Durante esse momento, as ofensas ficaram ainda piores...

Luiza grita de forma gutural como se tentasse assustar a rival com um sorriso forçado e macabro:

“Vou metralhar esses seus peitos minúsculos e nenhum macho vai chupar isso nunca mais, você vai ter que colocar silicone” – enquanto oscilava entre apertos nos seios e beliscava os mamilos.

Camila retrucou gritando de maneira gutural também e tinha no rosto um sorriso igualmente forçado e macabro:

“Eu vou destroçar essas suas tetas pequenas e todos os homens vão se assustar quando olhar para eles, você vai ter que usar próteses e sutiã com bojo” – enquanto castigava os seios e também beliscava os mamilos da adversária.

Já sem forças, voltaram a trocar cuspidas e passaram a morder novamente as faces. Luiza esbraveja:

“Vou esfacelar seu cara de mula” – enquanto mordia o nariz, as bochechas e o queixo da sua rival.

Camila com os olhos esbugalhados devolveu:

“Vou despedaçar sua cara de jumenta” – enquanto devolvia as mordidas no nariz, bochechas e queixo da inimiga.

Com o passar do tempo, as mordidas ficaram mais fracas e os corpos começaram a ficar moles, as duas mulheres estavam totalmente destruídas e caíram desmaiadas na areia da praia.

As duas mulheres jaziam nuas e machucadas na praia, seus corpos entrelaçados, o ódio gravado em seus rostos. O sol nascia mais alto no céu, lançando um brilho dourado sobre a cena de sua batalha brutal. Mais tarde naquela manhã, um grupo de banhistas se deparou com a cena. Eles ficaram horrorizados com o que viram. Duas mulheres, nuas e machucadas, jaziam inconscientes na areia. Os banhistas pediram ajuda, e Luiza e Camila foram levadas às pressas para o hospital. Ambas ficaram gravemente feridas, com os corpos cobertos de cortes, hematomas e marcas de mordidas. A história de sua luta se espalhou como fogo em palha por toda Boipeba. As pessoas sussurravam sobre as duas mulheres que lutaram como animais selvagens na praia. Elas falavam de sua beleza, sua rivalidade e sua decadência à loucura. Luiza e Camila finalmente se recuperaram dos ferimentos, mas nunca mais foram as mesmas. Seus corpos ficaram marcados, seus rostos desfigurados. Elas não eram mais as mulheres bonitas e desejadas que um dia foram. Elas se retiraram da vida pública, passando os dias em reclusão, assombradas pela lembrança de sua batalha brutal. Elas gastaram uma fortuna em procedimentos estéticos, tentando reparar os danos que haviam infligido uma à outra. Mas nenhuma quantidade de cirurgia conseguiu apagar as cicatrizes, tanto físicas quanto emocionais. Elas ficaram para sempre marcadas por seu ódio, sua rivalidade e sua decadência à loucura. Até hoje, a história de Luiza e Camila é contada em Boipeba. É um conto de advertência, um lembrete do poder destrutivo do ódio e da futilidade da vaidade. Com o passar dos anos, a lenda de Luiza e Camila ganhou vida própria. Alguns disseram que tinham sido possuídos por demônios, outros que tinham sido amaldiçoados por uma bruxa. Mas todos concordavam em uma coisa: A briga deles tinha sido uma tragédia, um ato de violência sem sentido que destruiu duas vidas. A praia onde lutaram ficou conhecida como "Praia das Loucas". Os moradores locais a evitavam, alegando que era assombrada pelos espíritos de Luiza e Camila. E assim, a história de Luiza e Camila tornou-se parte do folclore de Boipeba, um conto sombrio e admoestador que seria contado por gerações. O sol batia na ilha, indiferente aos dramas que se desenrolavam sob seu olhar. As ondas continuavam a bater contra a costa, apagando os vestígios da luta, mas não a lembrança. A lembrança permanecia, uma mancha escura na beleza de Boipeba, um lembrete da escuridão que pode se esconder sob a superfície até mesmo das coisas mais belas. 
    
 

domingo, 10 de agosto de 2025

Conto: O combate visceral no Purgatório - A fúria de duas mulheres!:)

 O combate visceral no Purgatório - A fúria de duas mulheres

O cheiro de cerveja velha pairava no ar dentro do Purgatório, um aroma ao qual Pietra havia se tornado imune há muito tempo. Naquela noite, porém, parecia mais pesado, contaminado com o odor metálico da antecipação. Ela limpou o balcão já imaculado, seu olhar se voltando para Camila, que tomava uma caipirinha na outra extremidade do balcão. Cabelos ruivos caíam em cascata por suas costas como uma cachoeira derretida, um forte contraste com o corte loiro e repicado de Pietra.

Tudo começa inocentemente, uma competição silenciosa de olhares trocados pelo espaço lotado nas noites de sábado. Quem atraía mais olhares? De quem era a risada mais alta, de quem os quadris balançavam mais provocativamente ao som das canções? Mas, ultimamente, a rivalidade havia se transformado em algo mais sombrio, alimentado pela inveja e pela necessidade silenciosa de se provar superior.

"Mais uma, *gata*?", perguntou Pietra, com a voz transbordando de falsa doçura enquanto se aproximava de Camila.

Camila inclinou a cabeça para trás, os lábios se curvando em um sorriso malicioso. "Continue mandando, *loira*. Preciso da coragem líquida."

Pietra zombou. "Coragem? Achei que você fosse naturalmente destemida."

"Ah, eu sou", ronronou Camila, com os olhos brilhando perigosamente. "Só me preparando para uma longa noite."

Pietra se inclinou para mais perto, sua voz caindo para um sussurro rouco. "Acha que aguenta?"

"Tente comigo", desafiou Camila, erguendo o copo em um brinde de brincadeira. Os últimos clientes saíram aos poucos, suas risadas sumindo na noite úmida de Salvador. Pietra girou a placa na porta para "Fechado", e o clique ecoou no bar repentinamente silencioso.

A única luz vinha do letreiro de neon do Purgatório acima da porta, lançando um brilho sinistro ao ambiente.

"Então", começou Pietra, arregaçando as mangas da camisa preta do uniforme, "vamos resolver isso?"

Camila se levantou do banco, o corpo tenso. "Finalmente. Cansei dos seus joguinhos."

"Jogos? Querida, isso é só o começo", disse Pietra, com um sorriso maníaco se espalhando pelo rosto. Elas se circulavam, duas predadoras avaliando suas presas. O ar crepitava com ameaças silenciosas, o único som era a respiração entrecortada. Pietra investiu, seus dedos cravando-se nos cabelos de Camila, puxando sua cabeça para trás. Camila sibilou, suas próprias mãos voando para agarrar os pulsos de Pietra. O primeiro golpe acertou, um tapa forte na bochecha de Camila que deixou uma marca vermelha brotando em sua pele.

"É só isso que você tem, *boneca*?", provocou Camila, cuspindo no rosto de Pietra. Pietra rugiu, sua raiva explodindo e resolveu revidar na mesma moeda. “Toma, sua vadia”, responde Pietra.

 A partir daí, elas passam a cuspir uma na cara da outra e continuam assim por alguns minutos com o líquido das cuspidas escorrendo pelas faces, mamilos e até as belas cinturas das duas beldades.

 Após a disputa de cusparadas, Pietra derrubou Camila no chão, as duas mulheres caindo com força no chão pegajoso do bar. Elas se agarraram, um emaranhado de golpes e xingamentos, cada uma desesperada para ganhar vantagem. Em dado momento eles começam a rasgar as roupas uma da outra, revelando seus peitos volumosos, firmes e no auge da juventude.

Pietra montou no peito de Camila, prendendo seus braços acima da cabeça. "Agora, quem está indefeso?", zombou Pietra, com os olhos brilhando de triunfo. 

Camila se encolheu sob ela, seus quadris se erguendo em uma tentativa inútil de desalojar Pietra. "Me larga, sua vagabunda!"

Pietra ignorou sua resistência, seus dedos alcançando os seios de Camila. Ela apertou com força, saboreando o gemido de dor que escapou dos lábios de Camila. Ela beliscou os mamilos, observando com satisfação enquanto eles endureciam em picos raivosos. Pietra beliscou tanto os peitos de Camila que marcas roxas passaram a se formar nos belos seios da ruiva. Camila se contorceu, seu corpo arqueando contra o de Pietra. Ela conseguiu soltar uma das mãos, suas unhas arranhando o rosto de Pietra, tirando sangue. Pietra recuou, momentaneamente atordoada, dando a Camila a oportunidade de que precisava.

Camila os virou, prendendo Pietra embaixo dela. Ela montou nos quadris de Pietra, seus olhos cheios de uma fúria fria. "Minha vez", Camila sibilou, seus dedos traçando o contorno dos seios de Pietra. Ela beliscou os mamilos de Pietra, com mais força do que Pietra, formando manchas vermelhas nos belos seios da loira, até que Pietra soluçou.

Pietra se contraiu, tentando desalojar Camila. "Me larga!" Camila se abaixou, com os dentes à mostra. Ela mordeu o seio de Pietra, cravando-os fundo na carne. Pietra gritou, um som primitivo de dor e fúria. Camila mordeu com mais força, sentindo gosto de sangue. Mordeu e roeu até que o sangue começou a escorrer pelo peito de Pietra. Pietra se contorceu e gritou, mas Camila não desistiu, roendo o seio até a dor ser tão forte que Pietra ficou mole. Camila soltou a mão dela, cuspindo um bocado de sangue. Ela encarou Pietra, com o peito arfando. "Não é tão durona agora, né?"

Pietra tossiu, cuspindo sangue. "Você ainda não ganhou", disse ela com a voz rouca. Camila pegou uma garrafa de cachaça do balcão, deixando-a com uma arma na mão. "Vamos ver o quão durona você é quando eu enfiar isso na sua boceta", disse Camila, com a voz cheia de malícia. Os olhos de Pietra se arregalaram de terror. Ela recuou, tentando escapar das garras de Camila. Mas Camila era rápida demais. Ela agarrou as pernas de Pietra, abrindo-as.

"Não! Por favor, não!", implorou Pietra, com lágrimas escorrendo pelo rosto.

Camila ignorou seus apelos e responde com um sorriso macabro no rosto:

“Vou esfacelar a sua xana horrenda, vou te violar e você não vai mais sentir prazer com nenhum homem que tentar comer essa buceta fedida”

 A partir daí, Camila passa a enfiar o gargalo da garrafa na vagina de Pietra e se diverte com o sofrimento da rival, chegando a gargalhar. Pietra gritou, um grito de gelar o sangue que ecoou pelo bar vazio. Camila girou a garrafa, esfregando o gargalo da garrafa contra a carne delicada de Pietra. Sangue jorrou do ferimento de Pietra, encharcando o chão sob ela. Pietra enfraqueceu, seu corpo convulsionando em agonia. Finalmente, ela ficou imóvel, com os olhos fixos no teto. Camila, ofegante e coberta de sangue, levantou-se e olhou para o corpo sem vida de Pietra. Uma onda de náusea a invadiu, mas ela rapidamente a conteve. Ela havia vencido. Mas seu triunfo durou pouco. Pietra, com uma última descarga de adrenalina, estendeu a mão e agarrou os cabelos de Camila. Ela a puxou para baixo, batendo a cabeça dela contra a borda do balcão. Camila gritou, com a visão embaçada. Ela sentiu um fio quente de sangue escorrendo pela testa. Tentou empurrar Pietra para longe dela, mas seus braços estavam fracos demais. Pietra, com os olhos cheios de uma alegria vingativa e um sorriso igualmente macabro, pegou outra garrafa de cachaça. Ela enfiou o gargalo da garrafa nana vagina de Camila, dizendo as seguintes palavras:

“Chegou a minha vez de despedaçar essa sua xoxota horrorosa, vou te violar e nenhum homem vai conseguir preencher o que sobrou da sua buceta fedorenta”.

Camila gritou, um som que rasgou o silêncio do bar. Ela arqueou as costas, seu corpo se contorcendo em agonia. Pietra girou a garrafa, esfregando o vidro contra a carne de Camila. Os gritos de Camila se transformaram em gemidos até ela desmaiar. Pietra soltou seu aperto, deixando o corpo de Camila cair no chão. Pietra ficou lá por um momento, ofegante. Seu corpo estava coberto de sangue, seus músculos doendo.

Ela olhou para o corpo de Camila uma estranha sensação de vazio a invadindo e também desmaiou. Elas ficaram desmaiadas por cerca de 40 minutos. As duas foram abrindo os olhos lentamente, os olhares das duas se encontraram e as duas rivais ferrenhas passaram a comparar seus corpos, ficando assombradas com os estragos que fizeram nos corpos uma da outra e isso reacendeu o ódio que sentiam uma pela outra. Por conta disso, elas partiram em um ótimo esforço para destroçar a rival, ficaram de joelhos já que não tinham mais forças para permanecer de pé e começaram a trocar mordidas nas faces. Já não era possível diferenciar o que era pensado ou simplesmente animalesco, enquanto trocavam ofensas:

“Vou destroçar a sua cara medonha e todos os machos vão zombar de você, sua galinha de cabelo loiro”, esbravejou Camila com lágrimas de sangue caindo dos olhos.

“Eu te deformar a sua cara pavorosa e todos os homens vão rir de você, sua piranha ruiva”, respondeu Pietra derramando lágrimas de sangue dos olhos .

O ódio já havia tomado conta de suas consciências e a cada mordida suas faces ficavam cada vez mais deformadas, até que chega o momento onde as duas decidem morder o pescoço uma da outra até sangrar e diante de tantos danos causados somados a perda de sangue, as duas começam a perder as forças e caem mortas no chão.

No dia seguinte, o dono do estabelecimento abre o bar e fica perplexo com a cena que acaba de encontrar no chão do bar, duas mulheres completamente machucadas, suas faces estavam deformadas e os corpos aniquilados. Desde então, a rivalidade entre Pietra e Camila se tornou lenda urbana em Salvador por conta da brutalidade do combate que chamou a atenção da sociedade para o ódio entre duas mulheres gostosas.   

domingo, 3 de agosto de 2025

Encontro Brutal - Luna x Maria Luiza !:)......enviado

Encontro Brutal - Luna x Maria Luiza 

O ferro corrugado e enferrujado do armazém abandonado gemia sob o peso do vento noturno. Lá dentro, sombras dançavam como espectros, iluminadas apenas pelos raios de luar que atravessavam as frestas das janelas fechadas com tábuas. O ar estava carregado com o cheiro de decomposição, um odor metálico com nuances de mofo e sonhos esquecidos.
Maria Luiza mudou de posição, o chão de concreto frio sob seus pés descalços. Seu peito subia e descia com a respiração controlada. Mechas loiras brilhavam em seus cabelos escuros e cacheados enquanto ela virava a cabeça, fixando o olhar em Luna.
"Você veio", disse Maria Luiza, sua voz um zumbido baixo no espaço cavernoso.
Luna zombou, dando um passo à frente. Seu cabelo castanho-claro balançava com o movimento. "Você achou que eu não viria? Acha que eu deixaria você ter essa satisfação?"
"Satisfação?" Maria Luiza riu, um som curto e agudo. "Não há satisfação aqui, Luna. Só dor."
"Então vamos lá", Luna cuspiu, seus olhos brilhando com uma energia maníaca.
O primeiro golpe veio sem aviso. Luna investiu, seu punho acertando o queixo de Maria Luiza. Maria Luiza cambaleou para trás, momentaneamente atordoada, e então rugiu, a raiva transparecendo em seu rosto. Ela retaliou com um golpe violento, acertando Luna na bochecha.
"Vadia!" Luna gritou, sentindo gosto de sangue. Ela se lançou contra Maria Luiza, lutando para se firmar. Elas caíram no chão, um emaranhado de membros e fúria.
"Eu vou te despedaçar!" Maria Luiza rosnou, seus dedos cravando-se nos cabelos de Luna.
"Experimente!" Luna retrucou, resistindo e se contorcendo, tentando ganhar vantagem.
A luta se transformou em um frenesi primitivo. Elas rolaram pelo concreto, trocando socos, chutes e arranhões. Maria Luiza conseguiu montar em Luna, prendendo seus braços.


"E agora, hein?", provocou Maria Luiza, com o rosto a centímetros do de Luna.
Os olhos de Luna ardiam de ódio. Ela arqueou as costas, desequilibrando Maria Luiza, e mordeu com força o antebraço dela.
"Aaaaargh!", gritou Maria Luiza, soltando Luna. Ela agarrou o braço, com sangue escorrendo entre os dedos.
Luna se levantou com dificuldade, cuspindo no chão. "É só uma amostra."
Maria Luiza a encarou, dor e fúria em conflito nos olhos. Ela avançou, agarrando Luna pela cintura. Elas bateram em uma pilha de paletes de madeira, fazendo-as cair no chão.
"Vou te mostrar a dor", rosnou Maria Luiza, prendendo Luna embaixo dela mais uma vez. Desta vez, ela atacou os seios.
Luna ofegou quando os dentes de Maria Luiza se fecharam em seu mamilo, rasgando e sugando com uma intensidade selvagem. Ela gritou, um som áspero e gutural que ecoou pelo armazém.
Maria Luiza a soltou, com um sorriso triunfante no rosto. "Assim, você gosta?"
Luna se contorceu sob ela, suas mãos arranhando o rosto de Maria Luiza. Ela conseguiu arranhar a bochecha de Maria Luiza com as unhas, fazendo-a sangrar.
"Você vai pagar por isso!" Maria Luiza rosnou, com os olhos ardendo. Ela se moveu, montando nos quadris de Luna, e estendeu a mão, seus dedos encontrando o alvo.
Os olhos de Luna se arregalaram de horror enquanto os dedos de Maria Luiza apertavam e beliscavam, cravando-se em sua carne. Ela gritou novamente, um som agudo e penetrante.
"Implore!" Maria Luiza sibilou, com a voz transbordando veneno. "Implore para que eu pare!"
"Nunca!" Luna cuspiu, com o rosto contorcido de dor e desafio.
Maria Luiza apertou com mais força, saboreando o som dos gritos de Luna. Ela se abaixou e cuspiu no rosto de Luna.
"Eu te possuo agora", sussurrou Maria Luiza, com o hálito quente contra a pele de Luna.
Luna se debateu e se debateu, desesperada para escapar do tormento de Maria Luiza. Conseguiu desferir um golpe no rosto de Maria Luiza, atordoando-a momentaneamente.
Aproveitando a oportunidade, Luna as virou, invertendo suas posições. Agora ela estava por cima, montada nos quadris de Maria Luiza.
"Minha vez", disse Luna, com a voz trêmula de raiva.
Ela rasgou a blusa de Maria Luiza, rasgando o tecido até que ele pendesse em pedaços ao redor de seus seios. Maria Luiza ofegou, com os olhos arregalados de choque e medo.
Luna se abaixou, com os dentes à mostra. Ela mordeu o mamilo de Maria Luiza, com mais força do que Maria Luiza a mordera.
Maria Luiza gritou, arqueando o corpo do chão. Ela agarrou as costas de Luna, tentando se soltar, mas Luna a segurou firme, seus dentes cravando-se mais fundo.
Finalmente, Luna a soltou, cuspindo sangue no peito de Maria Luiza. "Como você está?"
Maria Luiza a encarou, com os olhos cheios de dor e ódio. Ela estendeu a mão, agarrou os cabelos de Luna e a puxou para baixo.
"Eu vou te matar!" Maria Luiza gritou, seus dedos cravando-se no couro cabeludo de Luna.
Ela bateu a cabeça de Luna contra o chão de concreto, repetidamente, até que a visão de Luna ficou turva e seus sentidos se perderam.
Com uma última onda de força, Maria Luiza rasgou a blusa de Luna, expondo seus seios. Ela montou nos quadris de Luna, seus olhos ardendo com uma luz selvagem.
"Hora de acertar as contas", disse Maria Luiza, sua voz um rosnado baixo.
Ela se abaixou, seus dedos encontrando o alvo mais uma vez. Luna gritou enquanto Maria Luiza apertava e beliscava, suas unhas cravando-se em sua carne.
"Por favor", Luna choramingou, sua voz quase inaudível. "Pare."
Maria Luiza riu, um som cruel e triunfante. "Tarde demais para isso."
Ela apertou com mais força, saboreando a dor de Luna. Inclinou-se, cuspindo no rosto de Luna novamente.
"Você não é nada", sibilou Maria Luiza. "Você é minha."
Luna fechou os olhos, lágrimas escorrendo pelo rosto. Nunca se sentira tão humilhada, tão quebrada.
Maria Luiza continuou seu ataque, seus dedos implacáveis em seu tormento. Ela queria quebrar Luna, esmagar seu espírito, fazê-la sofrer como ela havia sofrido.
Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, Maria Luiza a soltou. Ela se levantou, respirando pesadamente, o corpo coberto de sangue e suor.
"Levante-se", disse Maria Luiza, com a voz fria e dura. "A diversão ainda não acabou."
Luna estava deitada no chão, ofegante, o corpo tremendo. Ela não queria se levantar. Não queria mais lutar. Mas sabia que Maria Luiza não a deixaria descansar.
Reunindo as últimas forças, Luna se levantou. Ficou ali, cambaleando levemente, com o olhar fixo em Maria Luiza.
"E agora?", perguntou Luna, com a voz quase um sussurro.
Maria Luiza deu um sorriso irônico. "Agora terminamos com isso."
Ela se abaixou, rasgando o resto das roupas de Luna. Luna estava nua diante dela, com os seios machucados e inchados, o corpo coberto de cortes e hematomas.
Maria Luiza arrancou as próprias roupas, jogando-as de lado. Agora estavam frente a frente, duas mulheres nuas, com os corpos machucados e machucados, os olhos cheios de ódio.
Maria Luiza gesticulou em direção aos fundos do armazém. "Tem ferramentas lá atrás. Vamos ver o que conseguimos encontrar."
Elas caminharam em direção aos fundos do armazém, com os olhos vasculhando as sombras. Passaram por máquinas enferrujadas, móveis quebrados e pilhas de lixo descartado.
Finalmente, Maria Luiza avistou algo que lhe chamou a atenção. Uma caixa de ferramentas estava aberta sobre uma bancada, com o conteúdo derramado sobre a superfície.
"Jackpot", disse Maria Luiza, pegando um martelo.
Luna pegou outro martelo, apertando o cabo com mais força. Ela olhou para Maria Luiza, com os olhos cheios de uma mistura de medo e determinação.
"Vamos lá", disse Luna, com a voz ligeiramente trêmula.
Maria Luiza sorriu, com um brilho selvagem nos olhos. "Com prazer."
Maria Luiza atacou primeiro, mirando na cabeça de Luna. Luna se abaixou, o martelo assobiando perto de sua orelha. Ela revidou com um golpe, acertando Maria Luiza no ombro.
Maria Luiza gritou de dor, cambaleando para trás. Ela golpeou o martelo novamente, desta vez acertando as costelas de Luna.
Luna ofegou, segurando o flanco. Ela golpeou o martelo, atingindo Maria Luiza no rosto.
Maria Luiza gritou, com sangue jorrando do nariz. Ela largou o martelo, segurando o rosto.
Luna não hesitou. Ela ergueu o martelo bem acima da cabeça e o desferiu contra o crânio de Maria Luiza.
Maria Luiza caiu no chão, seu corpo se contraindo. Luna ficou em pé sobre ela, ofegante, seu corpo tremendo.
Ela havia vencido.
Mas a vitória parecia vazia. Ela olhou para o corpo sem vida de Maria Luiza, seu rosto contorcido em uma máscara de dor. Ela a havia matado.
Uma onda de náusea tomou conta de Luna. Ela largou o martelo, cambaleando para trás. Ela não queria mais estar ali. Ela queria ir para casa.
Mas ela sabia que não podia. Estava presa ali, naquele armazém abandonado, com o corpo da mulher que havia matado.
Ela olhou para o próprio corpo, coberto de sangue e hematomas. Ela era um monstro.
Ela caiu no chão, enterrando o rosto nas mãos. Começou a soluçar, o corpo tremendo de uma dor incontrolável.
Mas sua dor durou pouco. Uma dor aguda perfurou seu flanco. Ela ofegou, olhando para baixo.
Maria Luiza estava de pé sobre ela, com o rosto coberto de sangue, os olhos ardendo de ódio. Ela segurava o martelo bem acima da cabeça.
"Isso não acabou", disse Maria Luiza, com a voz um rosnado gutural.
Ela desferiu o martelo na cabeça de Luna.
Luna gritou, arqueando o corpo. Sentiu uma dor lancinante e, em seguida, escuridão.
Maria Luiza ficou de pé sobre o corpo sem vida de Luna, com o peito arfando. Ela havia se vingado.
Mas a vitória foi passageira. Sentiu uma dor aguda no peito. Olhou para baixo, vendo o martelo saindo de sua carne.
O ato final de Luna foi cravar o martelo no coração de Maria Luiza.
Maria Luiza cambaleou para trás, com os olhos arregalados em choque. Ela estendeu a mão para o martelo, tentando puxá-lo, mas seus dedos estavam fracos. 
Ela caiu no chão, com o corpo se contraindo. Ela olhou para o teto, com a visão embaçada.
Ela estava morrendo.
Um sorriso surgiu em seus lábios. Ela havia matado Luna, e Luna a havia matado. Ambas haviam alcançado seu objetivo.
Ambas haviam sofrido. 
Os olhos de Maria Luiza se fecharam e seu corpo ficou mole. Ela deitou no chão, ao lado de Luna, seus corpos entrelaçados na morte.
O armazém abandonado estava em silêncio novamente, o único som era o suave sussurro do vento. O luar entrava pelas frestas das janelas fechadas com tábuas, iluminando os corpos de duas mulheres que lutaram até a morte, seu ódio as consumindo até que nada restasse.
Eles buscaram humilhar, destruir, ver o outro sofrer. No final, só destruíram a si mesmos.
 

domingo, 27 de maio de 2012

Caçadores de Lendas!:)...livro enviado

Um amigo do blog, escritor enviou um trecho do livro "Caçadores de Lendas", livro esse que em sua história tem luta feminina e esta disponível para venda no clube dos autores, site cujo link segue abaixo dessa postagem,assim como o trecho do livro....boa leitura.
 
 
 
O Dia Seguinte

Delegacia da Mulher, Zona Norte, três policiais conversavam sobre a inesperada morte do subsecretário, eis que surge Elka. Diogo, Carlos e Alberto se espantaram mais ao perceberem que é uma mulher, admiram a sua belezaem  traje de malha rasgada.
– O que você quer meu docinho? – Perguntou Carlos.
– Quero falar com Isabel Montenegro!
– Mas, isso não é hora de visita – Comentou Diogo encostado na parede.
– Contudo se você quiser outra coisa? – Perguntou Alberto se aproximando.
A selvagem com um sorriso provocante chamou-o para mais perto. Vendo que o amigo tinha conquistado a gata, Carlos foi para junto de seu parceiro. Alberto chegou perto da Loba e ela o beijou ardentemente, Carlos e Diogo gostaram do que viram, porém em seguida eles puderam observar o desespero do amigo que lutava para separar-se da mulher. O medo tomou conta dos dois policiais, medo este que aumentou ao ver a língua do policial ser arrancada pela monstruosa mulher que lhe deu uma cabeçada no nariz quebrando-o, os PMs sacaram as armas, com grande destreza ela desarmou primeiro Diogo, Carlos atirou, infelizmente a bárbara não foi atingida por causa de Alberto, pois ela o colocou a sua frente fazendo dele escudo. Como o policial estava armado, ela sacou o revolver dele e atirou, a troca de tiros foi intensa terminando com a morte dos três militares.
Armada ela continuou a matança, qualquer um que entrasse a sua frente era eliminado nem os presos dentro de suas celas escaparam da fúria da terrível facínora. Valéria chegou e viu os policiais mortos, lembrando da amiga a caçadora adentrou na delegacia. A assassina encontrou Isabel apontou a arma para a mulher e falou:
– Chega de maldade! Hoje é o dia em que eu livrarei o mundo da sua crueldade.
– Pare! O que você está fazendo sua louca.
– Morra Isabel.
Antes dela disparar Valéria chegou e chutou a vilã na linha da cintura esta perdeu o equilíbrio e a arma.
– Não quero lutar com você Valéria, mas caso não me deixe livrar o mundo de uma criatura infernal como essa eu não terei alternativa a não ser acabar com você.
– Não sei quem é você, e não sei do que está falando, porém não vou deixar que maltrate minha amiga.
– Tola mortal, deve morrer como os outros.
Logo que terminou de falar a selvagem atacou a legendária com uma seqüência de chutes. A caçadora se defendia e na hora que a terrível mulher cometeu um deslize, a lendária segurou a perna dela, contudo a bárbara deu um giro de 360° graus atingindo o rosto da investigadora, sangrando Valéria partiu para cima da sua rival que com movimentos ágeis defendeu todos os golpes. A seqüência de socos dados por Valéria é impressionante quando ela trocou os movimentos encontrou uma brecha na defesa de Elka e encaixou um golpe no rosto de sua rival.
– Muito bom Valéria, mas não o suficiente para me deter – Disse a mulher lambendo o sangue que escorria da sua boca.
Elka não deixou por menos atacou a agente da OCL com uma seqüência de chutes e pontapés até dar uma rasteira em Valéria, caída ela tenta se levantar e é surpreendida com um chute na boca do estômago. Pegando a caçadora pelos cabelos a violenta fêmea revelou.
– Eu quero que os caçadores de lendas se danem vou acabar com essa vadia de uma vez por todas e pode ter certeza que nunca mais irá me ver. Ok!
A loba bateu com a cabeça de Valéria no chão, a cruel mulher pegou a arma que tinha caído, apontou para Isabel e novamente foi interrompida Valéria deu-lhe uma rasteira, porém a selvagem atirou felizmente a trajetória da bala foi desviada, devido ao movimento do braço feito na queda.
– Você ainda não me venceu! – Bradou a legendária em posição de luta.
Elka se levantou com um rápido movimento de pernas, posicionou-se como um animal e muito zangada disse:
– Idiota! Vou esquecer o motivo pelo qual vim aqui e vou acabar com você. Agora!
A selvagem fez sua transformação e com uma grande velocidade pulou em cima da caçadora com os braços presos Valéria ficou a mercê de sua rival. De repente ouviu-se um tiro e quando ambas olharam puderam ver que Isabel tinha se suicidado. Não entendendo a loba se aproximou da cela e com seus próprios olhos não acreditou no que estava vendo. A lendária também não entendeu o gesto da amiga.
Pressentindo a chegada de reforço policial, Elka desapareceu sem deixar rastro.

Trecho extraído da obra literária Caçadores de Lendas