sábado, 27 de fevereiro de 2016

Conto Catfight-Cunhadas!:)....enviado

                     Cunhadas

 Essa história começa com o casamento de George e Débora. Ela era uma bela moça, cabelos pretos, com mechas loira, um corpo exuberante, uma coisa de que Débora se orgulhava em sim mesma era as suas pernas, e que perna...
 George tinha uma irmã, Rafaela, que não apoiava esse casamento, pois na sua opinião, Débora era uma “piranha”. Rafaela tinha belos cabelos loiros e um corpo muito atraente.
 George e Débora foram morar em uma casa perto das dos pais dele, levando em conta que são um casal novo, ele com 24 e ela com 22 anos. Rafaela ainda morava com os pais, pois tinha 21 anos, e pretendia se mudar apenas quando casar.
 George trabalhava em um supermercado grande, fazia entregas, e por isso nunca tinha hora para voltar. Enquanto Débora ficava o dia todo sozinha em casa, fazendo o serviço de casa, sempre com seus trajes provocantes. Mini shorts, para deixar suas belas coxas à mostra, e uma blusinha regata branca.
 Rafaela ficava sozinha e casa também, fazendo o serviço de casa para os seus pais, enquanto eles estavam no trabalho. Sempre muito sensual também, com uma legging preta e uma blusinha regata amarela. A loira não gostava nada que Débora ficasse tanto tempo sozinha em casa, ela era muito “vagabunda” para isso, e tinha certeza que ela estava traindo o seu irmão.
 A loira começou a ficar de “butuca”, para ver se não tinha nenhum safado entrando na casa de seu irmão. Até que um dia ela viu algo, era exatamente o que ela estava esperando, o tal do Ricardão.
 Rafaela, que estava descalça fazendo a faxina de casa, pegou o seu chinelo, e foi lá checar para ter certeza. Ela chegou perto da janela do quarto do seu irmão e de Débora, e ouviu ela gemendo. O sangue da loira subiu quente até na cabeça, mas não fez nada, voltou para casa se mordendo de ódio e esperou o “Ricardão” ir embora. Quando ela viu que na casa estava somente a sua cunhada novamente, resolveu ir tirar satisfação.
 Rafaela foi lá, vestindo a sua calça legging preta coladinha no seu belo quadril, rebolando de ódio, e sua regata amarela, que encaixava perfeita mente à sua barriga e seu par de seios. A loira bateu na porta, após alguns segundos, Débora abre a porta, com o seu clássico mini short coladinho e uma regata preta e descalça, estava realmente muito gostosa.
 -Olá cunhadinha, tudo bem? Cumprimentou Débora.
 -Oi. Respondeu Rafaela. Posso entrar?  
 -Claro. Queres um cafezinho?
 -Pode ser, quero conversar com você.
 Rafaela deixou as sandálias na porta e as duas foram entrando, indo em direção a cozinha, ambas rebolando sensualmente. Quando passavam pela sala, onde tinha um grande tapete bem no centro, Rafaela começou a falar:
 -Eu sei que você está traindo o meu irmão, sua vaca.
  Débora ficou de costas para Rafaela, que estava exatamente na outra ponta do tapete.
 -Mais que besteira é essa Rafaela? Respondeu ela ainda de costas.
 -Não vem querer se fazer de santinha não. Eu sei bem como você é, uma cachorra sem vergonha.
  Nesse momento a morena se vira para Rafaela com um olhar de “sou vagabunda mesmo, e dai? ”, e diz:
 -Muito bem cunhadinha, você descobriu o meu grande segredo, e vai fazer o que agora? Enquanto dizia, a morena ia rebolando em direção a Rafaela, empeitando a cunhada.
  O ódio de Rafaela estava fervendo, mas não respondeu imediatamente. Ergueu o par de seios e foi em direção à cunhada, quando ambas estavam encostando os peitos, a loira diz.
 - Vou te dar uma surra.
  Então deu um empurrão na morena, e em seguida um chute na altura da barriga, que fez Débora cair no chão e bater com as costas na estante. A morena se levanta muito rápido, e com muita raiva diz:
 - Então vamos brigar, cunhadinha.
Eis que iria começar a briga de duas belas cunhadas, Débora e Rafaela, a morena estava super gostosa com aquele mini short e a blusa regata preta, e com as belas pernas a mostra. A loira estava com uma legging preta colada na sua bunda escultural, e a regata amarela que se encaixava perfeitamente ao seu par de peitos e a barriga, ambas estavam descalças.
  Rafaela começou dando socos na altura do rosto da morena, que desviou de todos, e no ultimo, jogou o braço da loira para o lado e deu um joelhada um pouco acima do quadril, deixando Rafaela desprevenida para uma segunda joelhada bem na sua xana. A loira agachou no chão de tanta dor.
 -E você ainda quer brigar comigo, cunhadinha? Disse Débora em um tom de desprezo, e botou o seu lindo pé sobre os peitos de Rafaela, e a emburrou, fazendo-a cair de costas no chão.
 - Você é uma fraca. Falou a morena enquanto esfrega o seu pé na xana da loira.
 Rafaela se contorcia de dor, e de tesão, deitada no chão, até que ela conseguiu tirar o pé da morena e se agarrou a perna dela, com suas pernas, dando uma chave de pernas, na perna de Débora. A morena não conseguia se soltar, até que tentou erguer Rafaela, quando ela tirou o pé do chão, a loira o torceu, fazendo Débora cair no chão de dor.
  Quando Débora caiu no chão, a loira soltou rapidamente a perna da morena, se levantou e se jogou em direção a adversária, que estava no chão. Mas Débora é ligeira, se virou rapidamente e deu com os dois pés no estômago da loira, que foi arremessada para cima do sofá.
  A morena se levantou, deu uma arrumada no cabelo, enquanto olhava a sua adversária se contorcendo de dor no sofá.
 - Agora eu vou te ensinar bons modos, sua vadia. Disse Débora.
  A morena pulou sobre Rafaela, que estava sentada com as pernas abertas no sofá, ela sentou no colo dela, pernas por fora da loira, virada peito a peito as duas, e Débora começou a dar tapas na cara de Rafaela.
  -Cachorra, vadia, piranha. Dizia a morena enquanto enchia Rafaela de tapas.
  A loira começou a se torcer embaixo da morena, que não parava de lhe dar tapas. Ela conseguiu se agarrar a regata da adversária, e começou a puxar, até que rasgou, deixando a morena apenas com a sua lingerie preta a mostra. Com raiva, Débora se agarrou a regata de Rafaela e começou a rasga-la também, assim foi feito, deixando a loira apenas com a sua lingerie rosa a mostra. Quando Débora arrancou a blusa da loira, Rafaela conseguiu tirar a morena de cima de si, jogando ela para o lado e ficando por cima dela.
  Débora estava com as suas pernas para cima, e a loira estava entre elas. Rafaela começou a dar socos e joelhadas na morena. Débora começou a se torcer embaixo da loira, e acabaram rolando para fora do sofá, e em seguida rolaram no tapete também, entre socos e joelhadas. Até que a loira conseguiu pôr os dois pés na barriga de Débora, e a arremessou.
  A morena foi cambaleando de costas e bateu com a coxa no braço do sofá, fazendo ela cair de costas no chão.
  Rafaela se levantou, foi em direção à cunhada, que ainda estava deitada no chão, agarrou firme no seu cabelo e à arrastou até a cozinha. Ergueu a morena até na altura do balcão, e começou a bater a cabeça dela contra ele. Enquanto batia a cabeça dela com uma das mãos, com a outra ia puxando o mini short da morena, que acaba se rasgando, deixando Débora apenas de calcinha e sutiã.
  Quando a morena nota que estava quase pelada, da uma cotovelada no estômago de Rafaela, que solta ela na hora. Débora não perde tempo e dá um chute, no mesmo lugar da cotovelada, fazendo a loira bater de costas no outro balcão da cozinha. A morena nota que Rafaela ficou meio atordoada com esse último chute e se aproxima o bastante para agarrar a xana da loira. Débora começa a apertar com força, e como reflexo, Rafaela agarra a mão no cabelo da morena.
  Débora aproveita essa situação e tenta arrancar a legging da cunhada. A morena agarra com a outra mão nos cabelos de Rafaela, a loira passa uma das pernas por trás da morena, e começa a roçar coxa contra coxa.
  A morena com segue tirar a legging até a altura do joelho de Rafaela. A loira começa a ficar com mais ódio da cunhada, e com segue agarrar uma colher de madeira que estava sobre o balcão, e dá com toda a força na cabeça da morena.
  Débora solta ela na hora, e começa caminhar meio atordoada até a sala, Rafaela vai em direção a ela tirando a sua legging, que estava incomodando para andar. A loira largar a colher de madeira no chão e se joga na direção da morena, e as duas rolam sobre o sofá, caindo no tapete. As duas cunhadas super gostosas, apenas de calcinha e sutiã.
  Em meio a tapas, socos e xingamentos, ambas começam a se agarrar nos sutiãs uma da outra, e por volta de uns cinco minutos rolando naquele tapete, ambas estavam completamente nuas.
  Até que Rafaela ficou por cima, com uma das coxas roçando a xana de Débora e a morena com uma das coxas roçando a xana da loira. Elas começam a gemer, e trocar tapas.
  A morena por baixo, com segue empurrar a loira até bater com a cabeça na estante, deixando a adversária meio zonza, ela rola e se solta, deixando Rafaela de quatro no chão.
 - Sua vadia. Fala Débora com ódio, e dá um chute no estômago da loira.
 - Agora você sabe que não deve mexer comigo, cunhadinha. Disse Débora com desprezo a adversária deitada no chão, e dá mais um chute.
 - Você vem aqui na minha casa, querendo se achar a boazona, e se ferrou. Espera ai, você não vai levar só uma surra, vou te humilhar.
  Débora pegou a sua calcinha e a colher de pau que Rafaela havia batido na cabeça da morena, e foi até a loira. Botou a sua calcinha na boca da Rafaela, botou ela de quatro, e começou a enfiar a colher na xana da loira.
  Rafaela estava completamente cansada e fraca para reagir, por tanto estava sendo humilhada pela sua cunhada. Débora começou a agarrar no cabelo da loira e a meter com mais vontade.
 - Agora fala quem é mais mulher, cunhadinha, sua vaca!!! Dizia Débora com desprezo.
  Teve um momento em que Débora colocou o cabo na sua própria xana e metia a colher na xana da loira, naquele momento Rafaela apagou.
  Débora vendo que a sua adversária estava completamente humilhada, parou. Ela foi lentamente, rebolando até seu quarto, botou um vestidinho íntimo, bem transparente, voltou até na sua cunhada, agarrou ela pelos cabelos e à arrastou até o jardim. Como era um dia de semana a tarde, e não tinha quase ninguém na rua, a morena arrastou Rafaela até a casa dela, e à jogou no quintal, completamente nua. E voltou rebolando para sua casa, que estava uma bagunça. 
         

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