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domingo, 18 de janeiro de 2026

Conto: A briga pela chave!:)........Parte 2....enviado

 Conto: A briga pela chave. Parte 2

 Num momento, Vanessa explodiu: os anos de amizade, a história de confidências e confiança estava prestes a ser destruída.
Ela partiu pra cima de Karina e deu um empurrão muito forte.
Karina era pesada e não chegou a cair; reagir com um soco no rosto de Vanessa.
A morena sentiu que aquele golpe ligava todos os instintos dentro dela. Como se fosse botões de uma raiva primitiva adormecida e que iria ser liberada naquele apartamento.
Vanessa devolveu o soco e pulou sobre Karina. Caíram no chão da sala. A pele morena e pela branca contrastava e os braços davam tapas e puxões de cabelo enquanto os corpos rolavam no chão.
Karina lutava com toda a força atenta a chave dentro da calcinha. Começou a levar joelhadas na região da costela, mas resistia com o rosto vermelho e ar ofegante.
Tentou ficar por cima de Vanessa enquanto a empurrava para o lado, mas levou um soco no seio esquerdo que logo ficou com um hematoma grande.
Os gemidos eram altos e Vanessa começava a ter vantagem.  Ela acertou um soco na boca de Karina e a gengiva dele começou a sangrar.
Ela sentiu aquele ardência dentro da boca e percebeu que não podia com Vanessa.
Aquele corpo vulgar e de ladra estava machucando seu corpo branco e cheio de fraqueza.
Precisava defender a chave a todo custo.
Os corpos estavam grudados com Vanessa por cima.
Karina começou a receber joelhadas na parte de dentro da coxa.
A tentativa era clara: fazê-la abrir as pernas.
As mãos de Vanessa tentavem se enfiar pela virilha, mas ainda encontraram resistência.
Karina virou de bruços para dificultar o jogo de Vanessa.

Vanessa puxava o cabelo de Karina e enfiava a mão por baixo da barriga tentando achar uma brecha.
Acertou um soco no pé do ouvido da adversária, que fraquejou e deixou o corpo amolecer.

Vanessa enfiou a mão na calça de Karina e sentiu o tecido da calcinha.
Estava chegando lá
Karina gemia e se balançava no chão enquanto a mão de Vanessa entrava mais roçando seus pelos pubianos

Vanessa passou a arranhar a buceta de Karina, que gritava de dor e contorcia o corpo.
A mão direita entrou mais forte e sentiu a solidez metálica da chave.

Karina sentia a humilhação da derrota escurecer aos poucos sua visão

Vanessa cravou as unhas e puxou a chave enquanto arranhava Karina

A chave era de Vanessa

Quase apagada e sem forças, Karina sentiu sua dignidade indo pra fora da sua calcinha

Viu as pernas de Vanessa se levantando e passando ao lado dela

Tentou agarrá-las, todavia só levou um pisão na mão direita
Gritou
Um grito de derrota e raiva

Com os olhos embalados de lágrimas, viu a porta se abrir num clarão e Vanessa ir embora

A sua morenice e seu corpo rijo haviam dominado e arranhado Karina no seu mais íntimo.

 

"O soco e a fúria"  

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