A Rivalidade das Loiras
O quarto de motel era simples, com luzes amareladas e lençóis já desarrumados. Dois casais haviam chegado juntos, mas a tensão entre as duas mulheres era palpável desde o começo da noite. Ana e Beatriz eram loiras, quase idênticas no corpo: altas, pele clara, seios firmes, cintura fina e quadris bem desenhados. Pareciam até irmãs, mas se odiavam profundamente.Os maridos, sentados cada um em uma poltrona ao lado da cama, assistiam em silêncio. Nenhum dos dois interferiria. Era o acordo que tinham feito: as esposas resolveriam aquilo do jeito delas.— Chega de provocação — disse Ana, tirando o vestido curto com um movimento brusco. — Vamos resolver isso agora.Beatriz sorriu com desprezo e fez o mesmo. Em poucos segundos, as duas estavam completamente nuas, frente a frente no meio do quarto. Seus corpos eram tão parecidos que a cena tinha algo de surreal: duas loiras idênticas, peles lisas, cabelos longos caindo sobre os ombros, olhos brilhando de raiva.Sem dizer mais nada, elas se lançaram uma contra a outra.O impacto foi violento. Seus corpos colidiram com força, seios se esmagando, braços se entrelaçando. Ana agarrou o cabelo de Beatriz e puxou com força, enquanto Beatriz cravava as unhas nas costas da rival. Elas giraram pelo quarto, tropeçando nos móveis, rolando pelo carpete.— Sua vadia… — rosnou Beatriz, mordendo o ombro de Ana com força.Ana gritou de dor e retribuiu, cravando os dentes no pescoço da outra. As duas caíram no chão, atracadas, pernas entrelaçadas. Rolavam de um lado para o outro, suando intensamente. A pele clara logo começou a ficar vermelha nos pontos onde as unhas arranhavam fundo. Marcas longas e vermelhas surgiam nas costas, nos braços, nas coxas. Quando uma conseguia prender a outra por um segundo, mordia com raiva — ombro, seio, barriga, qualquer lugar que estivesse ao alcance.O suor fazia os corpos brilharem sob a luz fraca do motel. Os cabelos loiros grudavam no rosto e nas costas molhadas. Elas respiravam pesado, gemendo de esforço e dor, mas nenhuma dava sinal de desistir.Ana conseguiu ficar por cima por um momento e bateu o quadril contra o de Beatriz, tentando imobilizá-la. Beatriz, furiosa, arqueou o corpo e virou a luta, prendendo Ana contra o chão. Suas unhas desceram pelas costelas da rival, deixando quatro riscos vermelhos profundos.— Eu vou te destruir… — sussurrou Beatriz entre dentes, antes de morder novamente o seio esquerdo de Ana.Ana gritou, mas agarrou os cabelos de Beatriz com as duas mãos e puxou com toda a força, fazendo a outra soltar o mordida. Elas rolaram novamente, batendo contra a parede. Os corpos escorregadios de suor se esfregavam com violência, coxas se apertando, seios colados.Os maridos observavam sem piscar. O som dos corpos se chocando, dos gemidos raivosos, das respirações ofegantes e do ocasional grito de dor preenchia o quarto.A luta se prolongou por longos minutos. As duas loiras estavam exaustas, cobertas de suor, arranhões profundos e marcas de mordidas vermelhas espalhadas pelo corpo inteiro. Nenhuma conseguia dominar a outra por muito tempo. Elas continuavam atracadas no chão, rolando devagar agora, mais cansadas, mas ainda cheias de ódio.Finalmente, Ana e Beatriz ficaram imóveis por alguns segundos, deitadas de lado, frente a frente, ofegantes. Seus corpos suados colados um no outro, seios se tocando a cada respiração pesada, unhas ainda cravadas na pele da rival.Nenhuma das duas havia vencido.Mas a rivalidade, pelo menos por aquela noite, havia sido colocada à prova da forma mais selvagem possível.Os maridos continuavam sentados, em silêncio, olhando para as duas esposas nuas, marcadas e exaustas no chão do quarto de motel.Ninguém disse uma palavra.
.jpg)
.jpg)

.jpg)
Nenhum comentário :
Postar um comentário