O quarto estava quieto demais quando a loira, chamada Lara, abriu a porta do apartamento da morena, Sofia. Elas eram amigas há anos — dividiam segredos, saídas, até roupas. Mas hoje Lara segurava o celular como se fosse uma arma: prints de mensagens que o namorado dela (e agora delas) tinha trocado com Sofia. "Você transou com ele? Com o MEU namorado?"Sofia congelou no meio do quarto, ainda de short jeans surrado e top preto colado no corpo. Seus olhos escuros faiscaram. "Ele me disse que vocês tinham terminado. Mas você veio aqui pra quê? Pra brigar?"Lara jogou o celular no chão e avançou. "Terminado? Ele tava na minha cama ontem à noite!" As duas se encararam por um segundo eterno, peitos arfando de raiva. Então explodiu.Lara agarrou o cabelo longo e escuro de Sofia com as duas mãos, puxando com força para trás. Sofia gritou de dor e revidou imediatamente, cravando as unhas no braço tatuado de Lara, arranhando fundo o suficiente para deixar marcas vermelhas. "Sua vadia traidora!" berrou Lara, enquanto Sofia tentava se soltar, chutando o ar.Elas tropeçaram juntas, caindo no tapete macio do quarto. Sofia rolou por cima, montando na loira, e começou a puxar o top cinza dela com violência. O tecido fino rasgou nas costuras, expondo a pele bronzeada e o sutiã por baixo. Lara não ficou atrás: enfiou as mãos no short de Sofia e puxou para baixo, rasgando a lateral enquanto tentava virar a posição.As pernas delas se entrelaçaram em uma bagunça de coxas suadas e músculos tensos. Sofia deu um tapa forte no rosto de Lara, que respondeu com um soco no ombro da morena. Grunhidos, gemidos de dor e raiva enchiam o ar. "Ele é meu!" rosnava Lara, puxando o cabelo de Sofia para o lado e mordendo o ombro dela de leve, só para machucar.Sofia conseguiu virar o jogo de novo, prendendo os braços de Lara com as coxas fortes e puxando o cabelo loiro com força total. "Você não manda em mim!" gritou, enquanto as unhas arranhavam o pescoço da loira, deixando linhas vermelhas finas. Lara se debateu loucamente, chutando o ar, até conseguir rolar e ficar por cima. Agora era ela quem montava, rasgando o top preto de Sofia com um puxão bruto — o tecido cedeu, revelando pele e sutiã.Elas rolaram de um lado para o outro no tapete, suando, ofegantes, cabelos embolados, roupas em farrapos. Tapas ecoavam, unhas cravavam, pernas se entrelaçavam em tentativas de imobilizar. Nenhuma queria ceder.
O namorado? Ele era só o motivo. A raiva era real, primal, entre as duas.Finalmente, exaustas, pararam lado a lado no chão, respirando pesado, corpos marcados por arranhões, hematomas e rasgos. Lara olhou para Sofia, ainda com raiva, mas com algo mais nos olhos — talvez respeito, talvez desejo misturado à fúria."Ele não vale isso", murmurou Lara, voz rouca.Sofia riu sem humor, limpando sangue do lábio. "Não vale. Mas você... você valeu a briga."Elas ficaram ali, no silêncio pós-luta, o quarto bagunçado ao redor. O namorado? Provavelmente já era passado. A verdadeira guerra tinha sido entre elas — e talvez, só talvez, tivesse nascido algo novo dali.

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